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A Copa do comércio

Estimativa de faturamento com o Mundial da Rússia é de R$ 100 milhões

Os comerciantes apostam na Copa do Mundo da Rússia para reverter o placar desfavorável no caixa das empresas. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), o segmento deve movimentar R$ 100 milhões só na Região Metropolitana do Rio. No estado, bares e restaurantes deverão registrar um acréscimo de R$ 40 milhões no faturamento (veja outras informações no infográfico ao lado).

Gerentes e donos dos estabelecimentos entram em campo para disputar clientes. Vale tudo para sair na frente no placar. Bandeirinhas do Brasil na fachada, garçons vestidos de verde e amarelo... Na Lapa, a competição é acirrada. Tânia Lopes, proprietária do Boteko do Juca, vai para rua nos dias de jogo para cativar o público. No telão, a apresentação de um grupo de samba e a dose dupla de chope são atrações que podem fazer a diferença no 'esquema tático' das vendas em tempos de Copa. "O povo correspondeu. Quando eu dizia que o chope estava saindo por R$ 2,75, todos entravam no bar. O movimento dobrou", contou Tânia.

O Antonio's aproveitou o clima frio e baixou o preço também dos destilados. No time de bebidas, a caipirinha é a estrela. "Ela agrada especialmente os turistas, que podem ser atraídos para assistir a qualquer jogo", comentou o garçom Valtônio Costa. No Méier, os empresários também foram ao ataque e reduziram o preço da bebida. No Boteco Bistrô, o esquema foi 3-10-1: três chopes a R$ 10 para um cliente. O movimento na casa triplicou. A ideia é manter a estratégia durante a Copa porque, no comércio, em time que está ganhando não se mexe.

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