Celebridades e TV
Yasmin Brunet relembra quadros depressivos: 'Bem intensos'
Influenciadora fez um relato sobre o problema de saúde mental e deu dicas aos seguidores
Por Leticia Pessôa
Publicado em 30/09/2026 09:34:37 Atualizado em 30/09/2026 09:34:37Yasmin Brunet, de 38 anos, compartilhou um vídeo nas redes sociais sobre a luta contra a depressão. Na terça-feira (29), a influenciadora relembrou os episódios mais graves que enfrentou ao longo da vida e os momentos delicados do problema de saúde, que começou ainda na adolescência.
"Meu primeiro episódio de depressão começou com mais ou menos uns 13 anos de idade. Depois, com 14, lá pelos 17 de novo, e 20, 21, 22, 23, mais ou até 24, 25 anos também tive bastante ali, uns quadros bem intensos, inclusive. Eu acabava também somatizando muitas coisas e me vinham enxaquecas muito fortes", disse.
A influenciadora contou alguns hábitos que acredita serem fundamentais nesses momentos, entre eles o cuidado com as horas de descanso. "Não é só dormir o tempo suficiente, é você dormir muito tarde, acordar muito tarde. Então, você tem que tentar deixar a sua rotina de sono o mais regrada possível".
Yasmin também destacou a importância da alimentação. "Você não pode se dar ao luxo de comer mal. Quando a gente começa a ficar numa situação que a gente não está se sentindo bem e começa a ficar mais triste, a gente começa a querer aquelas comidas conforto, que geralmente são fast-food. Muitos hormônios importantes para o nosso funcionamento do cérebro, nossa felicidade, são produzidos no intestino. Então, é muito importante que você dê ao seu intestino, ao seu corpo, ao seu cérebro e a você mesmo comidas de qualidade, comidas que realmente nutram", alertou.
A filha de Luiza Brunet falou sobre o uso de medicamentos e a necessidade de seguir as recomendações dos profissionais da saúde. "Quando a gente está num tratamento psiquiátrico, a gente não pode parar quando quiser, aumentar a dose quando quiser, tomar um pouco mais ou menos. A gente tem que sempre perguntar para o nosso médico se tudo bem mudar ou aumentar. Não faça isso por conta própria.
Ela ressaltou, ainda, que todos esses cuidados precisam de acompanhamento terapêutico. "Terapia faz muita diferença, mas se você não puder, pelo menos não deixe de procurar sua rede de apoio. Não deixe de falar com sua família, não deixe de conversar com seus amigos e suas amigas. Não fique com tudo isso guardado dentro de você", concluiu.