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POBREZA

No meu tempo de menino, algumas das mais deliciosas peladas de rua, daquelas no paralelepípedo em que a gente voltava para casa sem a tampa do dedão do pé, não rolavam porque o riquinho ao ser barrado dava faniquito (hoje é piti): gritava que a bola era dele e ia choramingando para casa. Depois eles crescem e alguns viram dirigentes. Isso explica a história de que o campo é meu e não empresto, porque aquele garoto gozou a gente. Fala sério.

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