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Foco na Copa do Brasil

Em situação tranquila no Carioca, Fluzão volta os holofotes para o duelo com o Avaí

Reginaldo sabe da situação financeira bem delicada do clube, mas afirma que o elenco não pensa em se classificar só pelo dinheiro
Reginaldo sabe da situação financeira bem delicada do clube, mas afirma que o elenco não pensa em se classificar só pelo dinheiro - MAILSON SANTANA/FLUMINENSE FC

Com a vaga para as semifinais do Campeonato Carioca garantida e a classificação na Taça Rio praticamente assegurada, o Fluminense agora volta as suas atenções para a Copa do Brasil. Depois de ser derrotado em casa pelo Avaí por 2 a 1, de virada, o Time de Guerreiros jogará em Florianópolis, quinta-feira, às 21h30, tentando avançar à quarta fase da competição, que garantirá ao campeão um lugar na fase de grupos da Libertadores de 2019.

"Estar bem no Carioca nos ajuda para o jogo de quinta-feira, nos dá confiança. Mas a gente sabe da dificuldade que será o jogo. Mas temos dois dias para trabalhar", disse o zagueiro Reginaldo.

Em meio à situação financeira bem delicada, o Fluminense sabe que, quanto mais longe chegar na Copa do Brasil, mais dinheiro entrará nos cofres. Até aqui, o Tricolor já embolsou R$ 3,6 milhões (R$ 1 milhão na primeira fase, R$ 1,2 milhão na segunda e R$ 1,4 milhão na terceira). Caso consiga passar pelo Avaí, o Flu vai receber R$ 1,8 milhão. Lembrando que a Copa do Brasil é a competição mais rentável aos clubes: o campeão vai faturar ao todo R$67,3 milhões, considerando o valor acumulado em todas as fases só a premiação por vencer a final é de R$ 50 milhões.

Segundo Reginaldo, o elenco não está pensando somente na grana: "A situação financeira é importante, agrada a todo mundo. A gente não pensa em classificar só pelo dinheiro, e sim pelo objetivo de tentar ser campeão."

Para o jogo contra o Avaí, o técnico Abel Braga não terá o zagueiro Renato Chaves, suspenso. Como não há vantagem do 'gol fora de casa', se o Flu conseguir qualquer vitória por um gol de diferença, levará a decisão para os pênaltis.

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São Paulo deposita parcela

Cumprindo uma decisão judicial, o São Paulo depositou ontem uma parcela de R$ 1,6 milhão em juízo, referente à compra do atacante Diego Souza junto ao Sport. O clube paulista adquiriu o jogador por R$ 10 milhões, já tendo pago a metade desse valor aos pernambucanos. O Fluminense cobra na Justiça os 50% a que tinha direito pela venda do atleta. Porém, Sport e São Paulo pretendiam repassar apenas R$ 1 milhão ao clube carioca, baseados em um e-mail de Marcelo Teixeira, dirigente da base do Flu, para Eduardo Uram, empresário do jogador, no fim de 2017, afirmando que os cariocas teriam direito só a R$ 1 milhão. Os R$ 3,4 milhões restantes serão pagos em quatro parcelas de R$ 850 mil. O Flu só terá direito aos R$ 5 milhões caso ganhe a ação judicial.

Reginaldo pede reforços

Depois de o técnico Abel Braga e o diretor esportivo de futebol do Flu, Paulo Autuori, afirmarem que o elenco precisa de reforços, o zagueiro Reginaldo fez coro com a dupla. "É importante contarmos com mais jogadores, pois temos muitas competições. O time que começa o ano não é o mesmo que termina. O Abel e a direção fazem um bom trabalho e, sem dúvida, vão chegar alguns reforços para nos ajudar", afirmou o zagueiro tricolor.

As posições mais carentes são no meio e no ataque, porque Sornoza e Pedro não têm substitutos com as mesmas características. O técnico Abel possui apenas dois jovens para as posições: o meia Luquinhas, de 24 anos, e o atacante Dudu, de 18. O treinador tricolor também pediu à diretoria mais um zagueiro.

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