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A força está no conjunto

Sem destaques individuais, suecos surpreendem pelo espírito coletivo

Eficiência. Essa, certamente, é a palavra que melhor descreve o desempenho da Suécia na Copa do Mundo da Rússia. Entre as equipes classificadas para as quartas de final do torneio, a seleção nórdica é a que menos tem a posse de bola: apenas 37,8%.

Na próxima fase, a Suécia enfrentará a Inglaterra, no sábado, às 11h (de Brasília), em Samara. Terá que provar que a sua tática de deixar a bola com os adversários não é 'furada'.

A baixa posse de bola nos jogos é um balde de água fria nos fãs do futebol de controle de jogo, no melhor estilo Barcelona, da Espanha. Outro dado interessante, segundo revelou um levantamento do Footstats, é que os suecos têm sido extremamente competitivos e letais.

Até aqui, foram apenas mil passes trocados na competição 250 por jogo, o que resulta na terceira menor média entre as 32 seleções. Além disso, finalizou apenas uma vez a cada 22,7 passes trocados, número que reflete a segunda menor marca entre todos as equipes.

"Talvez nós não sejamos os melhores jogadores individualmente, mas trabalhamos muito bem como equipe. Todo mundo está trabalhando para o outro, dentro e fora do campo. É algo que começamos a construir há dois anos e é muito bom", destacou o lateral-direito Emil Krafth, que joga no Bologna, da Itália.

"A Inglaterra é o oposto de nós, já que tem grandes jogadores, muito técnicos e rápidos, então temos que ser cuidadosos e não dar espaços para não ficarmos em uma situação de um contra um, sem cobertura", completou.

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