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Com futuro em aberto

Trabalho é bem avaliado, mas técnico evita falar se fica

Poucas horas após a eliminação do Brasil da Copa da Rússia, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) já começou a pensar no Mundial do Catar, em 2022. E, para isso, a manutenção do técnico Tite é vista como parte fundamental deste processo em busca do Hexacampeonato.

O comandante, por sua vez, ainda não tomou uma decisão e evitou falar muito sobre o assunto na entrevista coletiva depois do jogo. A comissão técnica, no entanto, entende que ter mais quatro anos de trabalho pela frente será mais do que suficiente para montar um grupo mais forte que o de agora.

"Não falo absolutamente nada a respeito de futuro. É um momento de emoção", destacou o técnico. "Toda vez que um técnico consegue desenvolver o trabalho com um tempo maior, ele consegue desenvolver melhor. Não só em seleção, no clube também. Quanto mais tempo com o atleta, mexe mais com o técnico, o emocional. A minha realidade foi assumir no meio do caminho. Primeiro jogo oficial que a gente perde. Saímos perdendo contra o Uruguai (pelas Eliminatórias Sul-Americanas) e viramos", afirmou o comandante.

Enquanto coloca na balança o que pretende fazer em relação ao seu futuro, o técnico encerra sua primeira participação em Copa do Mundo com a Seleção com um bom retrospecto: pegou a equipe em sexto lugar nas Eliminatórias, fora da zona de classificação para o Mundial, e terminou em primeiro. Campeão pela última vez em 2002 (Coreia e Japão), o Brasil atingirá em 2022 o segundo maior jejum de conquistas de sua história: 20 anos, superado apenas pelos 24 entre o Tri, em 1970 (México), e o Tetra, em 1994 (EUA).

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