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Tristeza nas ruas do Rio

Eliminação do Brasil cai como uma ducha de água fria

Quando o árbitro apitou o final do jogo ontem, os cariocas pareciam não querer acreditar na derrota para a Bélgica. Entre lágrimas, decepção e cabeças baixas, o sonho do Hexa foi adiado para 2022, na Copa do Mundo do Catar. Na transmissão da partida no Boulevard Olímpico, na região portuária, muitos cariocas foram embora antes mesmo do segundo tempo, como uma fuga de sentir o desapontamento da eliminação da Seleção. Os que ficaram sofreram com um 'teste para cardíaco'. Alguns agarravam a bandeira, outros roíam as unhas, mas de nada adiantou.

O gol de Renato Augusto, a 15 minutos do fim, acendeu um fio de esperança. O otimismo, no entanto, não foi suficiente para o time verde e amarelo seguir na Copa. Agora, todos terão que se contentar com as cinco estrelas na camisa e sem a folga de terça-feira.

Tristes, os amigos Luana Chagas e Eduardo Rezende lamentaram a eliminação. "Podia ser melhor, né? Nessa crise que a gente está, uma vitória daria um ânimo. Estava doida pra pegar a França na terça", disse Luana, chateada.

A argentina Ana Zacarias, de 45 anos, usou uma camiseta dos 'hermanos', mas jurou que torceu para o Brasil: "Moro aqui há três meses e me apaixonei pelo país. A bandeira brasileira está no coração."

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