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Sem temer demissão

Barbieri tenta achar soluções

Barbieri compreende as vaias
Barbieri compreende as vaias -

Efetivado como técnico até dezembro, Maurício Barbieri, que não era o preferido da diretoria (Renato Gaúcho e Abel Braga eram os favoritos), mantém o foco e evita falar sobre o risco de demissão pela brusca queda da equipe no pós-Copa do Mundo.

"O meu temor é não conseguir fazer o trabalho da maneira que quero. Quero que a equipe encontre soluções, vou fazer tudo o que estiver ao meu alcance para o Flamengo encontrar os resultados", afirmou o treinador, que foi questionado sobre as vaias da torcida ao time e a jogadores, como Vitinho, Henrique Dourado, Marlos Moreno e Paquetá:

"As vaias são compreensíveis. A torcida lotou o Maracanã, fez o papel dela e nos apoiou. Nós não fizemos nosso papel. Não funcionamos como equipe. Às vezes a torcida acaba direcionando as vaias para um jogador ou outro, mas temos que nos cobrar como equipe", acrescentou.

Já o meia Diego avaliou a insistência no jogo aéreo: "Acredito que tentamos de todas as formas. Houve cruzamentos da intermediária pelo alto, teve cruzamento da linha de fundo pelo chão, teve chute de fora da área, teve cabeceio. O que tem que ser feito urgentemente é encontrar essa eficiência: você criar duas e fazer uma. Não adianta criar tantas vezes como temos criado e não ter tranquilidade e oportunismo na hora de colocar a bola para dentro. Acho que está faltando isso."

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