Coluna do Baixola
Harry Kane, o matador que ainda nos falta
Jogador da seleção inglesa e do Bayern de Munique conquistou a Bola de Ouro
Por Romário
Publicado em 01/11/2026 06:00:00Fala, Galera! Nessa semana rolou a eleição de Harry Kane, da seleção inglesa e do Bayern de Munique, como Bola de Ouro da revista France Football. Não é o prêmio de melhor do mundo dado pela FIFA, mas é um dos mais fod@s do futebol.
Eu gosto do futebol do Kane. É um definidor como eu, com faro de gol. Sabe se posicionar, chuta e cabeceia bem e tem instinto matador. Foi um cara que, ao contrário de tantas estrelas que já eram fenômenos desde cedo, soube construir sua carreira ao longo do tempo. Não tinha tanta moral quando começou no Tottenham, sendo emprestado várias vezes. Mas depois se firmou no clube inglês, fez gol pra caralh@, foi artilheiro da Copa de 2018 e acabou indo pro Bayern, onde se consagrou como um grande jogador e estrela mundial.
Posso falar? É um cara que eu queria com a amarelinha! Há quanto tempo não temos um nove assim, autêntico, com cheiro de gol? O último 9 fod@ que tivemos na seleção foi o Ronaldo (depois de mim com a 11, claro! Kkk). Isso já tem mais de 20 anos. Ou seja, já tem cinco copas do mundo que não temos um centroavante de nível top do mundo…
Isso diz muito sobre a nossa formação. Os caras não formam mais meia e centroavante de área. Só querem saber de ponta ou beirada, posição que o mercado europeu valoriza pro jogador brasileiro. O resultado é que temos pontas sobrando e uma carência total de jogadores para criação no meio e, principalmente, atacante de área técnico.
Com todo respeito, eles podem e têm valor pros seus clubes, mas não dá pra gente ficar vendo jogadores como Igor Tiago de titular da seleção brasileira, com a camisa 9. Aliás, por falar em seleção, teve convocação, e mais uma vez o Mister mandou mal, deixando vários caras bons daqui de fora.
MEMÓRIAS DO BAIXINHO
Papo Reto
1994: um ano para não esquecer
Com certeza, 1994 foi o melhor ano da minha carreira de atleta e inesquecível, pois marcou a minha conquista, com a Seleção Brasileira, do tetracampeonato mundial e também fui eleito, pela Fifa, o melhor jogador daquela competição, realizada nos Estados Unidos, e recebi a “Golden Ball” (Bola Dourada).
Com certeza, 1994 foi o melhor ano da minha carreira de atleta e inesquecível, pois marcou a minha conquista, com a Seleção Brasileira, do tetracampeonato mundial e também fui eleito, pela Fifa, o melhor jogador daquela competição, realizada nos Estados Unidos, e recebi a “Golden Ball” (Bola Dourada).
Não bastasse tanta alegria, poucos meses depois recebi outro troféu, também da Fifa, ao ser eleito o melhor jogador daquela temporada (1993/94) no futebol mundial. O prêmio foi entregue numa solenidade realizada em 30 de janeiro de 1995, em Lisboa. Para chegar a essa conquista eu tive votos de 71 treinadores de todo mundo.
A importância desses dois prêmios ficou ainda maior porque eu tinha fortes concorrentes, entre eles o Stoichkov, um búlgaro que foi meu parceiro no ataque do Barcelona e com quem tenho uma forte amizade até hoje. Nosso técnico era o saudoso Johan Cruyff.