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“A gente quer comemorar no final”, diz Dudu antes da decisão na Kings League

Por Jogada10

Publicado em 17/01/2026 09:08:42
“A gente quer comemorar no final”, diz Dudu antes da decisão na Kings League

A Seleção Brasileira entra em campo neste sábado (17/1) para disputar a grande final da Kings League Nations. O duelo contra o Chile acontece no Allianz Parque e vale o título da competição, que reúne algumas das principais seleções do cenário mundial da Kings League. Às vésperas da decisão, o técnico Dudu Oliveira conversou com o J10 e detalhou o momento da equipe, o crescimento em relação ao último Mundial e o respeito ao adversário, sem abrir mão da ambição pelo troféu.

Vivendo sua primeira experiência como treinador principal da Seleção em um Mundial, Dudu ressaltou que a principal diferença em relação à edição passada está no peso das decisões e no nível mais elevado da competição.

“Para mim, muda a responsabilidade. No ano passado, eu era coordenador, então eu não tinha uma responsabilidade tão grande de tomada de decisão, a gente sabe. E hoje, essa responsabilidade eu tenho. Essa é a mudança principal. Em relação à mudança de um mundial para outro, logicamente, é o nível da competição. A competição está bem mais forte do que foi no ano passado. Os times melhoraram muito. O Brasil melhorou muito, com a situação que o Kelvin falou, foi bem feliz. Os jogadores tinham cinco, seis jogos de Kings League no máximo. Hoje já teve um split completo, já teve uma Copa. Alguns jogaram a Kings Cup. Então a gente chega para essa final muito mais experiente, explicou Dudu.

Convocação certeira

Outro ponto destacado pelo treinador foi a escolha dos convocados. Segundo Dudu, a resposta veio dentro de quadra, com todos os atletas contribuindo em alto nível ao longo da campanha.

“A convocação, ela se mostrou dentro do campo que foi uma convocação acertada. Os 13 jogadores estão contribuindo em um nível altíssimo.”

Mesmo reconhecendo a importância de Kelvin, principal referência ofensiva da equipe, o comandante valorizou o crescimento coletivo do Brasil e a capacidade do grupo de se adaptar quando o camisa 10 não decide.

“A gente continua dependendo do Kelvin. Só que hoje a gente tem Lipão, a gente tem Leleti, tem Luan. Então a gente tem uma ajuda maior, mais efetiva. Ele passou em branco pela primeira vez na história da Kings League e ganhamos de 8 a 3. Imagina se ele faz 2, 3. Então é aquela situação. A gente depende dos gols do Kelvin. Mas caso aconteça dele não fazer o gol como aconteceu ontem, a gente está bem preparado coletivamente para suprir essa situação. Então espero que amanhã ele volte a fazer os gols dele, faça um hat-trick que ele está acostumado a fazer e que ele saia daqui com o título”, analisou.

Adversário duro na final da Kings League Nations

Sobre o Chile, único time ainda invicto na competição, Dudu deixou claro que o trabalho de análise continua intenso, mesmo após a classificação brasileira para a final. Para ele, o foco total é levantar a taça.

“O trabalho não para porque o Campeonato ainda não acabou. A gente está feliz, a gente comemorou um pouquinho, ficamos alegres pela classificação para a final, mas o trabalho ainda não acabou. Não viemos aqui só para chegar no dia 17 e ficar por aí. A gente está na festa e quer comemorar no final dela.”

Por fim, o treinador reconheceu a força do adversário, mas mostrou confiança de que o Brasil pode quebrar a invencibilidade chilena no momento decisivo.

“Ninguém ganhou do Chile ainda. Da mesma maneira que a Itália era a melhor defesa e aconteceu aquilo lá, eu espero que a primeira derrota do Chile venha amanhã.”

Brasil e Chile se enfrentam neste sábado, no Allianz Parque, em um confronto que promete casa cheia, clima de decisão e um alto nível técnico. De um lado, a invencibilidade chilena. Do outro, um Brasil mais experiente, confiante e determinado a fechar a festa com o título da Kings League Nations.

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