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Atuações do Botafogo contra o arquirrival: estado de calamidade

Por Jogada10

Publicado em 14/03/2026 22:41:07
Atuações do Botafogo contra o arquirrival: estado de calamidade

Já virou rotina o Botafogo oferecer a sua casa para o arquirrival deitar no sofá, pegar uma cerveja, ligar a televisão e maratonar uma série. O time da Lagoa de Freitas, quando vem ao Nilton Santos, faz o que bem entende. Neste sábado (14), não foi diferente com o Mais Tradicional: 3 a 0 para o adversário, pela rodada 6 desta edição do Campeonato Brasileiro. Um clube, em estado de calamidade, que caminha a passos largos para o precipício. Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos futebolistas do Glorioso.

VEJA AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

RAUL – Terceiro goleiro do elenco, foi traído por um desvio na segunda finalização do time da Lagoa. Estava bem frio ainda. Aceitou a falta de Léo Pereira. Se não falha de forma desastrada como Linck e Neto, não consegue pegar quase nada. Fraquíssimo! Está bem difícil a situação na meta alvinegra. No fim, enfim, espalmou uma bola – NOTA: 3,0

VITINHO – Afobado demais nas subidas ao ataque. Deixou o setor ofensivo do rival criar por seu corredor. Enfim, confuso demais na marcação e no apoio ao ataque, sem aquelas ultrapassagens de embates passados – NOTA: 4,0

BASTOS – Estava na cena do crime no gol dos caras. Foi dele o desvio fatal para Raul. Batido por Pedro e Lino no duelo direto com os homens de frente do oponente – NOTA: 4,0

BARBOZA – Perdeu a dividida que resultou no 0-1 e lançou bolas no vazio. Não transmitiu a segurança de outras partidas do Botafogo e chegou atrasado na hora de dar os botes. Levou o amarelo e depois puxou a camisa de Pedro, quando o centroavante rival sairia na cara do gol. Expulso com justiça – NOTA: ZERO

TELLES – Pelo segundo jogo consecutivo, não acertou o pé nos cruzamentos. Ganha muito bem para ficar recuando a bola para o goleiro adversário. Entregou muito pouco pelo nome que carrega.

ALLAN – Recuou para iniciar a saída de três. Ainda está sem a intensidade para morder na marcação. Deixou, assim, a defesa desprotegida, teve a carteira batida e ficou nervoso com facilidade. Pilhado à toa. Quase abaixo da crítica. Saiu, no intervalo, para a entrada de Ferraresi – NOTA: 2,0

MEDINA – Mostrou muita qualidade na explosão e no drible. Mas tentou o recurso quando deveria simplificar mais as jogadas. O futebol brasileiro não oferece tanto espaço quanto o argentino. Parece que não teve esta leitura. Ainda vai evoluir – NOTA: 5,5

DANILO – Correu, lutou, carregou a bola, tentou a ajudar na marcação. Porém, sozinho, não tinha o que fazer contra a apatia do time. Acabou que virou mais um em campo. Talento desperdiçado. Não deve ir para a Seleção. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Edenilson – NOTA: 5,0

BARRERA – Dinâmico no início do jogo, levou o Botafogo à frente, progredindo em velocidade. Recompôs para ajudar Telles, mas não deu muito certo. Anselmi o colocou para marcar subida de lateral. Definitivamente, não é a dele. Deixou o jogo, no segundo tempo, para a entrada de Ponte – NOTA: 5,0

MARTINS – Encaixotado pelo lado esquerdo do ataque alvinegro. Ficaria da mesma forma se jogasse centralizado. Coadjuvante, pegou pouquíssimo na bola. Saiu, no intervalo, para a entrada de Newton – NOTA: 2,0

CABRAL – Escapou sozinho e conseguiu chutar a bola na lateral de forma bisonha. Depois, ainda furou uma cabeçada, dentro da área. É constrangedor a forma como o centroavante se movimenta em campo. A torcida perdeu a cabeça com ele e com toda razão. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Júnior Santos – NOTA: ZERO

NEWTON – Pouco acrescentou na marcação e na função como 5. Tem dificuldade ao aparecer no ataque – NOTA: 4,5

FERRARESI – Leva o famoso não comprometeu. Mais centrado, contudo, que Barboza – NOTA: 5,0

PONTE – Continua sem saber o que fazer com e sem a bola. Desperdiçou alguns ataques quando o Botafogo esboçava uma reação.

JÚNIOR SANTOS – Imprimiu velocidade, mas pecou no acabamento. Esforçado, algo que, obviamente, não é o suficiente – NOTA: 5,0

EDENILSON – Entrou no fim. Fica, portanto, SEM NOTA!

TÉCNICO: MARTÍN ANSELMI – Tinha, enfim, os três zagueiros para manter o esquema tático e resolveu mudar. Ninguém entendeu nada. Perdido, matou Barrera e Martins de uma vez só. Com a expulsão de Barboza, fechou mais a casa e só não saiu para o vestiário com uma goleada maior porque o rival teve clemência em uma exibição bem protocolar. O oponente nem se esforçou para meter 0-3 no placar – NOTA: 1,0

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