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Dirigente do Fluminense afirma que clube é um grande modelo de gestão no Brasil

Por Jogada10

Publicado em 24/03/2026 14:17:38
Dirigente do Fluminense afirma que clube é um grande modelo de gestão no Brasil

Durante o evento RIO-FUTSUMMIT-2026, o diretor executivo de futebol do Fluminense, Paulo Angioni, elogiou enfaticamente a atual administração do clube. Nesse sentido, o dirigente aproveitou o espaço para destacar a trajetória de reconstrução que a instituição percorre há oito anos.

Além disso, ao projetar os próximos passos, Angioni classificou a transição para o modelo de Sociedade Anônima do Futebol (SAF) como um movimento promissor.

De acordo com as palavras do diretor, o Tricolor atingiu um patamar de maturidade organizacional que serve de exemplo para os demais. Afinal, ele acredita que o trabalho iniciado em 2018 rendeu frutos concretos na saúde financeira do time.

“O Fluminense é hoje um grande modelo de gestão do futebol brasileiro. Não tenho dúvida em afirmar isso. É um clube que, em 2018, enfrentava uma série de dificuldades e conseguiu superá-las. Atualmente, o clube se sustenta com recursos próprios e tem uma estrutura institucional sólida. Mas, olhando para o futuro, a SAF surge como uma possibilidade interessante, mesmo diante desse cenário positivo”, explicou.

As finanças do Fluminense

Em continuidade à sua análise, Angioni enfatizou a capacidade do Fluminense de encarar adversários com orçamentos muito superiores. Contudo, o dirigente ponderou que, para sustentar esse nível de competitividade a longo prazo, o clube exige novos aportes financeiros.

Por essa razão, ele detalhou os bastidores desse processo de modernização.

“Digo isso porque é muito difícil competir com clubes que têm mais dinheiro. Nós conseguimos competir, mas isso ainda não é suficiente — precisamos de mais investimento. Por isso, a SAF aparece como um caminho possível e, na minha visão, bem-vindo, mesmo com todo o sucesso que o Fluminense construiu desde 2018”, comentou.

Por fim, o executivo destacou a importância de organizar as engrenagens internas para que a mudança ocorra com segurança. Dessa maneira, ele encerrou reforçando a necessidade de convergência entre as áreas do clube.

“É preciso articular o sistema diante das dificuldades, alinhar os diferentes setores e lidar com divergências que vêm sendo trabalhadas nos últimos meses. Acredito que, se isso se concretizar, o modelo futuro ficará mais estruturado e consistente”, completou.

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