Travou? Globo avalia projeto de Virginia Fonseca na Copa sob exigência comercial
Por Jogada10
Publicado em 07/04/2026 10:10:09A Globo analisa a proposta de ter Virginia Fonseca na grade do Domingão do Huck durante a Copa do Mundo, mas trata o projeto sob uma condição objetiva: a entrada de um patrocinador. Sem esse acordo, a emissora não levará o formato adiante para o período da disputa do Mundial, ou seja, entre junho e julho.
A influenciadora, que reúne mais de 50 milhões de seguidores nas redes e mantém relacionamento com Vini Jr., estrutura a ideia dentro de um modelo que combina produção de conteúdo com entrega comercial. Neste contexto, a lógica do formato se assemelha a um dos projetos apresentados por Rodrigo Faro no canal e é nisso que se orienta a negociação atual.
Acontece que para este desenho, a existência do quadro depende diretamente da presença de um grande anunciante, e a negociação estabelece prazo para o acordo. Sem fechamento, a participação se encerra sem prejuízo para nenhuma das partes.
Bastidores com Vini Jr. sustentam proposta
Caso avance, o projeto se baseia na produção de conteúdos exclusivos dos bastidores durante viagem aos Estados Unidos para acompanhar Vini na Copa. A proposta se apoia justamente nesse acesso direto ao jogador, um dos principais nomes da Seleção Brasileira, como eixo do material.
Barreiras no mercado
A análise da emissora, porém, considera também dados já levantados internamente. Isso porque um estudo de inteligência de mercado realizado no ano passado indicou que Virginia enfrenta rejeição relevante no mercado publicitário.
Essa resistência aparece de forma mais evidente entre grandes marcas, como bancos e empresas de telefonia, por exemplo. Outros anunciantes que operam com contratos mais robustos também mantêm certa objeção. Esse levantamento integrou uma análise aprofundada do Sabadou, programa que a influenciadora deixou de comandar em fevereiro, no SBT.
Perfil de imagem de Virginia Fonseca
A Globo utiliza esse tipo de estudo mencionado para mapear nomes da concorrência, avaliando características, público-alvo e potencial de faturamento. Nesse caso, a influenciadora aparece com alcance concentrado entre mulheres das classes C e D.
Ainda de acordo com a coluna F5, da Folha de S. Paulo, o estudo também registra uma associação recorrente a páginas de fofoca nas redes sociais, com a percepção de que ela faz “tudo para aparecer”. Entende-se que esse aspecto não costuma agradar aos grandes anunciantes.
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