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Foragido, goleiro Bruno move ação contra o Facebook e tenta evitar audiência presencial

Por Jogada10

Publicado em 14/04/2026 12:02:00
Foragido, goleiro Bruno move ação contra o Facebook e tenta evitar audiência presencial

Mesmo com um mandado de prisão expedido no início de março, Bruno Fernandes abriu uma nova frente judicial para discutir o funcionamento do próprio perfil nas redes sociais. O ex-jogador acionou a Meta, empresa responsável pelo Facebook, em um processo no qual figura como autor, enquanto segue como foragido da Justiça.

No processo, iniciado no dia 30 de março, o ex-goleiro relata que seu perfil profissional no Instagram apresentou falhas. Ele sustenta que a conta continua ativa, mas deixou de aparecer para os usuários, dando a entender que havia sido desativada ou excluída.

O ex-goleiro descreve na ação que essa restrição reduz alcance, engajamento e compromete a credibilidade da página. Assim, diante deste cenário, o denunciante pediu uma decisão urgente para restabelecer o funcionamento da conta e interromper a limitação. O pedido, no entanto, não prosperou.

No dia seguinte à ação, no dia 31 de março, o juiz avaliou que não havia risco imediato que justificasse a concessão da liminar.

Indenização no centro da ação

Além da regularização do perfil, o ex-goleiro incluiu no processo um pedido de indenização de R$ 30 mil por danos morais. A discussão avançou para etapa seguinte e, ainda de acordo com a coluna Metrópoles, o 1º Juizado Especial Cível de Campos dos Goytacazes agendou uma audiência de conciliação para maio.

Pedido virtual barrado pela Justiça

Antes da audiência, o ex-jogador tentou participar do encontro de forma remota e apresentou o pedido no dia 8 de abril. A resposta veio na segunda-feira (13), quando o magistrado negou a solicitação e reforçou que audiências seguem, como regra, o formato presencial. Também destacou que não houve justificativa que impedisse o comparecimento.

Bruno segue foragido

Enquanto a ação avança, a situação penal do ex-atleta segue indefinida. A Vara de Execuções Penais expediu mandado de prisão no dia 5 de março, após identificar o descumprimento de condições da liberdade condicional, mas, desde então, o paradeiro permanece desconhecido.

Bruno Fernandes cumpre pena de nove anos de prisão pelo assassinato de Eliza Samúdio, crime que levou à sua prisão em 2010.

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