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Atuações do Botafogo contra a Chapecoense: a trinca de Miranda do Conde

Por Jogada10

Publicado em 21/04/2026 19:06:54
Atuações do Botafogo contra a Chapecoense: a trinca de Miranda do Conde

O Botafogo quase consegue a proeza de frustrar 26 mil pessoas que saíram de casa em pleno feriado.Mas Telles se recusou a ver o Alvinegro tropeçar e garantiu a trinca do técnico Franclim Carvalho. Nesta terça-feira (21), o time venceu a fraquíssima Chapecoense por 1 a 0, no jogo de ida da quinta fase da Copa do Brasil. Veja, na sequência, como a Coluna do Léo Pereira avaliou o desempenho dos futebolistas do Mais Tradicional.

AS NOTAS DOS JOGADORES DO BOTAFOGO

NETO – Não precisou se mexer na etapa inicial. Nenhuma bola foi em sua direção. No segundo tempo, salvou-se porque o ataque da Chapecoense é muito ruim – NOTA: 5,5

VITINHO – Pecou na frente, para variar, com tomada de decisões erradas. Impressionante como não acerta um cruzamento. Teve uma oportunidade clara de empurrar a redonda para a rede e se complicou na pequena área – NOTA: 4,5

FERRARESI – Demonstrou bom senso de recuperação. Mais uma partida bem segura do beque da Vinho Tinto. Vai mostrando que, de fato, é o titular – NOTA: 6,5

BASTOS – Desperdiçou saídas de bola do Botafogo, forçando lançamentos. Ganhou algumas divididas, flertando com o perigo. Segue muito abaixo do Palanca Negra de 2024 – NOTA: 5,5

ROQUE – Muito mal. Tímido no  ataque, limitou-se a dar passes para o lado e para trás. Quando tentou um centro, não logrou êxito. Perdeu o tempo de bola na marcação. Saiu, assim, no segundo tempo, para a entrada de Telles – NOTA: 2,5

ALLAN – Evitou que Marcinho, livre, tivesse a chance de chutar diante de Neto. Praticamente evitou um gol. Correto na marcação.

DANILO – Chutou para fora uma sobra que apareceu limpa para ele. Carregou bem a bola e armou o time melhor do que Montoro, apesar de não ter o brilho de outros encontros – NOTA: 6,0

MONTORO – O Monstrinho já não é mais o mesmo. Demorou quase um tempo inteiro para acelerar o jogo. Encontrou dificuldade para encontrar o último passe. Aquele da assistência. Quase, porém, cala a boca de todo mundo ao acertar um chutaço na trave – NOTA: 5,5

MARTINS – Em 45 minutos, errou tudo o que tentou. Arrancadas, domínios de bola, passes e conclusão. Manteve o nível até deixar o campo na segunda etapa. Edenilson o substituiu – NOTA: 3,0

JÚNIOR SANTOS – Parecia que engoliria o marcador, no um contra um. Mas, além de perder um gol, não encontrou o melhor posicionamento no ataque. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Cabral – NOTA: 4,0

KADIR – Perdeu, finalizando na trave, um gol inacreditável no início. Brigou, deu carrinho, tentou de tudo e não ficou preso na área. Ainda assim, parece que rende mais quando vem do banco. Saiu, no segundo tempo, para a entrada de Tucu – NOTA: 6,0

TELLES – Melhorou o lado esquerdo, o que não era difícil. No fim, vestiu uma capa de Super Homem e garantiu um triunfo suado da Estrela Solitária – NOTA: 7,5

CABRAL – Pouco acionado quando deveria ser o contrário. A bola, aliás, chegou quadrada no centroavante – NOTA: 5,5

EDENILSON – Pelo alto, deu um certo trabalho à defesa da Chapecoense – NOTA: 6,0

TUCU – O de sempre. Aquele joguinho burocrático que não acrescenta nada – NOTA: 5,0

TÉCNICO: FRANCLIM CARVALHO – O Glorioso encontrou um rival que veio ao Colosso do Subúrbio jogar retrancado e fazer cera. Sonolento, o Botafogo deixou um rival gostar do jogo nos 45 minutos iniciais. Depois, a equipe se perdeu na própria ansiedade. A série, contudo, não se complicou por conta da fragilidade do adversário e graças a Telles – NOTA: 6,0

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