TJ-SP condena Dudu a pagar R$ 50 mil por danos morais contra Leila Pereira
Por Jogada10
Publicado em 18/05/2026 11:54:34A disputa judicial entre Dudu e Leila Pereira teve um desfecho favorável à dirigente na Justiça de São Paulo. Atualmente no Atlético-MG, o atacante foi condenado a pagar R$ 50 mil por danos morais no processo ligado ao episódio que ficou conhecido como “caso VTNC”, ocorrido durante sua polêmica saída do Palmeiras para o Cruzeiro, em 2025.
Assinada pelo juiz Sérgio Serrano Nunes Filho, da 11ª Vara Cível do TJ-SP, a sentença ainda cabe recurso. O magistrado considerou que a publicação feita pelo jogador representou, sim, ofensa pessoal contra a presidente do Palmeiras e ultrapassou os limites da liberdade de expressão.
O atacante sustentou, durante o processo, que a sigla “VTNC” não significava xingamento, mas abreviação para “Vim trabalhar no Cruzeiro”. Contudo, a justificativa não convenceu a Justiça, que interpretou a mensagem como uma expressão ofensiva direcionada à dirigente.
Indenização reduzida
Leila Pereira pediu inicialmente uma indenização no valor de R$ 500 mil, mas a quantia acabou reduzida pela análise. Segundo o magistrado, as outras manifestações inseridas no processo permaneceram dentro do campo da crítica profissional. A dirigente pretende destinar os R$ 50 mil a uma entidade de apoio a mulheres vítimas de violência, de acordo com a ESPN.
A decisão também afastou a acusação de misoginia. Segundo o juiz, a conduta atribuída ao atacante não teve relação com o gênero da dirigente, embora tenha configurado ataque verbal de caráter pessoal.
Além da condenação financeira, a presidente palmeirense também pediu que o atacante divulgasse o resultado do julgamento nas redes sociais. O juiz, porém, não acolheu essa solicitação.
Dudu sofre outro revés na Justiça
O atacante também acionou Leila Pereira no processo por declarações públicas da mandatária após sua saída do Palmeiras. Neste contexto, pedia indenização pelas críticas feitas pela presidente.
O magistrado rejeitou integralmente a solicitação do atacante atleticano. Isso porque na avaliação da Justiça, as falas de Leila estavam ligadas ao desempenho profissional do jogador e não continham ofensa pessoal direta.
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