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Vasco lamenta morte do lendário ex-zagueiro Brito, ídolo e campeão pelo clube

Por Jogada10

Publicado em 11/06/2026 23:23:46
Vasco lamenta morte do lendário ex-zagueiro Brito, ídolo e campeão pelo clube

O Vasco da Gama lamentou publicamente a morte do ex-zagueiro Brito, um dos maiores defensores da história do clube e da Seleção Brasileira. O ex-jogador faleceu nesta quinta-feira (11), aos 86 anos de idade. Ele marcou época no cenário internacional como um dos pilares defensivos da histórica equipe que conquistou o tricampeonato mundial em 1970, no México.

Hércules Brito Ruas nutria o amor pelo clube de São Januário desde a infância. O Vasco o revelou em suas categorias de base na década de 1950. O atleta vestiu a camisa cruz-maltina por uma década, entre os anos de 1959 e 1969. Ao todo, o defensor acumulou 405 partidas oficiais e anotou 11 gols pelo time carioca, consolidando-se como o clube que mais defendeu em toda a sua carreira profissional.

Defensor faturou taças marcantes no Vasco

O vigor físico e a liderança técnica de Brito renderam conquistas expressivas para a galeria de troféus de São Januário. O zagueiro participou ativamente das campanhas vitoriosas do Torneio de Paris, em 1957, e do Torneio Rio-São Paulo, na temporada de 1966. A forte identificação com as arquibancadas o transformou em uma referência de raça e posicionamento tático para as gerações seguintes.

A diretoria do Vasco utilizou as suas contas oficiais nas redes sociais para prestar as últimas homenagens ao eterno camisa 2. O clube destacou a dedicação do profissional com a instituição e decretou luto institucional. O jogador também registrou passagens por outras potências do futebol nacional, como Botafogo (onde disputou cerca de 63 partidas) e Flamengo (com 11 jogos realizados).

 

 

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Atleta ganhou prêmios individuais por vigor físico no Tri de 1970

A trajetória do defensor com a camisa da Seleção Brasileira também atingiu patamares históricos. O atleta defendeu a Amarelinha em 61 oportunidades e disputou as Copas do Mundo de 1966, na Inglaterra, e de 1970. No torneio disputado em solo mexicano, ele jogou todas as partidas como titular absoluto. O jogador inclusive recebeu um prêmio da Organização Mundial da Saúde (OMS) como o atleta de melhor preparo físico daquela edição do Mundial.

O seu estilo vigoroso e o temperamento forte dentro de campo renderam o apelido de “Cavalo” ao longo da carreira. O seu desempenho seguro em 1970 também garantiu a conquista da primeira Bola de Prata da revista Placar, quando defendia o Cruzeiro.

A notícia do falecimento do ídolo coincidiu com o início da atual Copa do Mundo de 2026. O Estádio Azteca, palco onde Brito se sagrou tricampeão na goleada por 4 a 1 sobre a Itália, sediou nesta mesma quinta-feira a abertura do torneio atual, com a vitória do México por 2 a 0 sobre a África do Sul.

 

 

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