Eis o mantra: “Uma equipe vencedora tem que odiar tomar gol”
Por Jogada10
Publicado em 12/06/2026 10:04:07Titular da Seleção Brasileira desde a Copa do Mundo de 2018, Alisson sentenciou, na última quinta-feira (11), em Basking Ridge, a frase que resume o incômodo no grupo à vésperas da estreia no Mundial de 2026, contra Marrocos, às 19h (horário de Brasília), no MetLife, em Nova Jersey (EUA).
“Uma equipe vencedora tem que odiar tomar gol”, colocou o goleiro do Liverpool (ING).
A frase do keeper dos Reds tem tudo para se tornar um mantra a partir de agora. Pode virar também a sentença que abre a cartilha da defesa do Brasil, vazada nos últimos encontros. O assunto foi pauta durante a semana de preparação da Seleção. Rola, agora, uma sensação de mal-estar no elenco.
“Trabalhamos em cima disso. Nos cobramos muito. É uma cobrança até interior de cada um. Incomoda muito! A gente trabalha todos os dias para que isso não aconteça. Pode acontecer em um jogo, é normal. Mas o mais interessante é saber como a gente vai saber como a gente vai reagir depois disso”, afirmou Ibañez, zagueiro e lateral-direito do Brasil.
“Seleção não vai ganhar só com a força ofensiva”
Até Raphinha, atacante, demonstrou algum dissabor com esta situação desprimorosa.
“Ofensivamente, temos uma força muito grande. Mas só ofensivo não vai ganhar a Copa. Temos consciência disso. Sabemos que defensivamente, se não tomarmos gol, temos grande chance de fazê-los. Então, é um ponto importante. Se conseguirmos defender bem, a possibilidade de ganhar é grande. Só um ponto, aliás. Estes dois jogos, contra Panamá e Egito, acho que defendemos bem. Poderíamos, claro, ter feito melhor. Mas defendemos bem. Tomamos um gol de bola parada, um de falha nossa e um golaço, não tinha o que fazer. Porém, não demos oportunidades de eles criarem perto da nossa área”, argumentou o craque do Barcelona.
A última vez que o Brasil não tomou gol foi na vitória sobre o Senegal por 2 a 0, em amistoso, no dia 15 de novembro de 2025, no Emirates Stadium, em Londres, na Inglaterra. A equipe verde e amarela, em seguida, disputou cinco embates (Tunísia, França, Croácia, Panamá e Egito) e sempre viu o adversário balançar a roseira.
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