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Jogador de Gana barrado no Canadá recebe visto para entrar no Estados Unidos; entenda

Por Jogada10

Publicado em 14/06/2026 13:04:25
Jogador de Gana barrado no Canadá recebe visto para entrar no Estados Unidos; entenda

A ausência de Thomas Partey na estreia de Gana contra o Panamá, no Canadá, pela Copa do Mundo, transformou-se em um imbróglio que transcende as quatro linhas e ganha contornos diplomáticos. Embora o volante enfrente diversas acusações de estupro e aguarde julgamento na Inglaterra, ele conseguiu viajar e treinar normalmente nos Estados Unidos.

Contudo, o governo do Canadá adotou uma postura rígida e negou o visto de entrada ao atleta, acendendo um debate imediato sobre os critérios divergentes entre os países-sede do torneio.

Essa discrepância de posicionamentos decorre diretamente das particularidades das legislações de imigração de cada nação. Uma vez que cada Estado soberano avalia de forma independente os casos que envolvem investigações criminais em andamento.

Diante desse cenário, a Fifa confirmou oficialmente que o jogador não poderá se deslocar do centro de treinamento da seleção ganesa, em Boston, rumo ao território canadense devido ao veto governamental.

Por outro lado, as autoridades dos Estados Unidos basearam a autorização de entrada de Partey em uma análise estritamente individual e no fato de que não há, até o momento, uma condenação judicial contra ele.

Explicação para situação de Partey

Apesar de o atleta responder a sete acusações na justiça inglesa, o princípio da presunção de inocência prevaleceu na avaliação americana. Conforme apurou a reportagem da Sky Sports, as autoridades de fronteira americanas esclareceram a postura do país ao afirmarem que:

“As decisões sobre admissibilidade são tomadas caso a caso, com base em informações policiais, de segurança nacional e de imigração disponíveis no momento da inspeção”.

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Desse modo, fica evidente que a legislação dos Estados Unidos descarta qualquer tipo de veto automático para indivíduos que respondem a processos criminais. Em vez disso, o governo americano opta por analisar minuciosamente o histórico de cada viajante antes de conceder o direito de ingresso no país. O que explica a liberdade de trânsito do jogador em solo estadunidense e o subsequente veto do lado canadense.

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