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Veja a média final de notas do Jogada10 para os jogadores do Brasil na Copa

Por Jogada10

Publicado em 08/07/2026 16:09:45
Veja a média final de notas do Jogada10 para os jogadores do Brasil na Copa

Com a eliminação do Brasil após a derrota para a Noruega nas oitavas de final, o Jogada10 consolidou a média de notas dos jogadores na competição. Foram cinco jogos, com três vitórias, um empate e a derrota decisiva para a seleção de Haaland & Cia., no último dia 5, em Miami. Veja agora como o J10 analisou o comportamento de cada um a partir das notas nestes cinco jogos, publicadas logo após cada uma das partidas. Vale reforçar que este é um retrato das atuações apenas do J10, sempre feita por um jornalista experiente da equipe.

Entenda as regras da média de notas J10 para o Brasil

1 – Dos 26 convocados, quatro não foram a campo: os goleiros Ederson e Weverton e os zagueiros Léo Pereira e Bremer. Logo, ficaram sem nota.

2 – Apenas os jogadores com o mínimo de duas partidas com notas entram na lista final. Assim, quatro jogadores atuaram apenas uma partida e ainda assim sem 90 minutos: Ibáñez, Igor Thiago, Luiz Henrique e Alex Sandro.

3 – O Ederson Silva entrou em duas partidas. Mas uma delas foi sem nota. Assim, o Jogada10 também não o colocou na lista.

4 –  A nota de saída para o jogador é 6,0. Isso significa que alguém com esta nota teve uma média minimamente aceitável (regular). Qualquer nota abaixo de 6,0 é considerada ruim e cada décimo para abaixo tem um efeito péssimo. Já cada décimo acima de 6,0 tem um efeito positivo. Um jogador que ultrapasse a média 6,5 pode considerar que fez um bom torneio. Uma média acima de 8,5 em 100% dos jogos é muito improvável para efeitos de média do Jogada10. O mesmo com a  média 3,0.

As notas se basearam nas seguintes partidas

13/6 – Brasil 1×1 Marrocos
19/6 – Brasil 3xo Haiti
24/6- Brasil 3×0 Escócia
29/6- Brasil 2×1 Japão
05/7- Brasil 0x2 Noruega

Veja agora as notas do Jogada10 para as atuações os demais jogadores da Seleção

Aprovados

1º – Vini Junior – 7,3 (5 jogos)

As ótimas atuações na fase de grupos alavancaram a sua média, que caiu a partir do jogo com o Japão e despencou diante da Noruega, quando recebeu 5,0. Ainda assim teve, disparado, a maior média geral da Seleção.

2º – Matheus Cunha – 6,5 (5 jogos)

A mesma situação de Vini Jr. Primeira fase excelente, mas caiu a partir da segunda fase, não sustentando uma média alta.

3º – Bruno Guimarães – 6,2 (5 jogos)

Vinha com média altíssima, principalmente depois do jogo excelente contra o Japão (7,5). Mas a péssima performance (e um pênalti perdido) no jogo decisivo com a Noruega impactou demais. Ainda assim ficou no Top 3.

Passaram raspando

4º – Douglas Santos – 6,0 (5 jogos)

Conseguiu se manter num patamar razoável, sustentando o status de grata surpresa, já que não comprometeu naquela que era considerada uma posição incógnita. Mas a verdade é que não fez grande diferença no apoio. Ainda assim, se salvou.

5º – Martinelli – 6,0 (4 jogos)

Teve a mesma média de Douglas Santos, mas jogando uma partida a menos, com uma regularidade menos constante, já que chegou a ter 7,5 (Japão) e 4,5 (Martinelli).

6º – Fabinho – 6,0 (3 jogos, mas um sem nota)

Desconsiderando o jogo com o Japão, no qual atuou poucos minutos e ficou sem nota, entrou em duas partidas e fechou com média 6,0. Mas, como foram apenas duas partidas efetivas com nota, fica abaixo de Martinelli e Douglas Santos.

7º – Marquinhos – 5,9 (5 jogos)

Mantinha uma média acima de 6,9 até a eliminação para a Noruega. Pela constância na média dos cinco jogos, o capitão da Seleção fica à frente de Gabriel Magalhães.

8º – Gabriel Magalhães – 5,9 (5 jogos)

A média em relação a Marquinhos é muito próxima. Porém, teve mais oscilações. Teve uma nota superior no jogo com a Escócia, quando apareceu bem como um zagueiro de apoio. Mas teve falhas mais relevantes na eliminação para a Noruega.

Reprovados

9º – Alisson – 5,8 (5 jogos)

O mau jogo de estreia contra Marrocos o derrubou da média 6, que ele conseguiu manter a partir de então. Contra a Noruega, a sua nota 6,0 foi a maior do time.

10º – Paquetá – 5,62 (4 jogos)

Vale lembrar: uma nota 5,62 é ruim. Paquetá foi muito mal contra Marrocos e deixou a desejar ofensivamente no jogo com o Japão (4,5). Isso dinamitou a sua média, mesmo com os bons jogos contra Escócia e Haiti. Como se machucou contra o Japão, não atuou diante da Noruega.

11º – Ryan – 5,62 (4 jogos)

Diferentemente de Paquetá, veio da reserva em alguns jogos e nem entrou na estreia. Manteve uma constância que acabou sendo ruim para ele. Teve uma nota alta no primeiro jogo (7,0 diante da Escócia), mas caiu a cada partida (4,5 contra a Noruega).

12º – Danilo – 5,5 (5 jogos)

A péssima partida diante da Noruega deveria afundá-lo, mas os jogos na fase de grupos, quando arrumou a lateral direita, principalmente contra Marrocos (entrou no segundo tempo, em sua melhor atuação), acabaram minimizando a queda. Ainda assim termina com uma média fraca, que o coloca como um dos mais fracos entre os que atuaram em todas as partidas.

13º – Casemiro – 5,4 (5 jogos)

Dos titulares em todas as partidas, foi o que teve a pior média. Apesar de momentos decisivos aparecendo no ataque, como no jogo com o Japão (fez o gol de empate na virada por 2 a 1) e o pênalti que sofreu contra a Noruega, errou muito, foi lento e, mesmo nesses jogos, não atingiu uma nota razoável.

14º – Endrick – 5,25 (4 jogos)

Não jogou na estreia, mas foi a opção ofensiva mais regular que saiu do banco nas rodadas seguintes. Não fez gol, mas deu dinâmica ao time. Contra a Noruega, ao perder um gol que poderia mudar o jogo, sumiu em campo e viu sua média despencar.

15º – Neymar – 5,0 (2 jogos)

Quase não ficou na lista, já que suas duas aparições foram entrando no segundo tempo em dois jogos, mas passaram pelos critérios do portal. Uma atuação discreta contra a Escócia e um jogo apagado, mas fazendo um gol diante da Noruega. Pouca coisa e uma média ruim.

16º – Danilo Santos – 4,33 (4 jogos, mas um sem nota)

Provavelmente, dos jogadores que mais atuaram, um grande injustiçado, entrando quase sempre no fogo e, no caso do jogo com o Japão, atuando poucos minutos e sem nota. Não fez diferença quando entrou, o que foi uma surpresa pelo seu passado recente, que até o colocava como titular. Sua nota desabou ao ir mal quando entrou na etapa final da derrota para a Noruega e o time perdeu de vez o meio de campo.

17º – Raphinha – 4,0 (2 jogos)

Acaba sendo a grande frustração da Seleção. Afinal, chegou com status de craque do time ao lado de Vini e, diferentemente do outro atacante titular, que foi o Top 1, entra com a média geral mais baixa. Porém, pesou demais para isso o fato de não estar 100% no Mundial. Foi muito apagado na estreia e, contra o Haiti, saiu machucado no primeiro tempo e não voltou mais. Assim como Neymar, por pouco não entrou nesta média de notas. Mas, pelos critérios do portal, teve números mínimos.

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