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Promessa de segurança

Pezão anuncia plano com reforço de 2 mil policiais nas ruas e viaturas blindadas

08/2/2018 -  Coletiva sobre o plano de Segurança Publica com o Governador Luiz Fernando Pezão,  o Secretario Roberto Sá, Coronel da PM Wolney Dias e o Delegado Carlos Leba, Chefe de Policia Civil. Foto de Maíra Coelho / Agência O Dia. Cidade, Policia, Segurança, Carnaval, Políticos
08/2/2018 - Coletiva sobre o plano de Segurança Publica com o Governador Luiz Fernando Pezão, o Secretario Roberto Sá, Coronel da PM Wolney Dias e o Delegado Carlos Leba, Chefe de Policia Civil. Foto de Maíra Coelho / Agência O Dia. Cidade, Policia, Segurança, Carnaval, Políticos - Maira Coelho

O governador Luiz Fernando Pezão (MDB) prometeu o reforço de dois mil policiais nas ruas do Rio, a partir de hoje, ao anunciar, ontem, o Plano Integrado de Segurança para o estado. E como parte dos investimentos na segurança, mil novas viaturas serão compradas, sendo que 200 veículos da PM terão blindagem nos vidros e nas laterais.

Além da capital, o aumento no efetivo contemplará ainda os municípios de Angra dos Reis e Paraty, na Costa Verde, e de Cabo Frio, na Região dos Lagos, todos atingidos por uma escalada da violência ligada ao tráfico de drogas.

Em relação especificamente ao Carnaval, Pezão detalhou que 17 mil policiais irão atuar na segurança durante a folia.

Ainda na entrevista para apresentar o plano, no Palácio Guanabara, Pezão prometeu quitar as dívidas com os agentes de segurança referentes ao Regime Adicional de Serviço (RAS), ao Programa Estadual de Integração de Segurança (PROEIS) e ao plano de metas, que será reimplantado nos batalhões e nas delegacias.

De acordo com Pezão, o governo federal que não enviou representantes para o Palácio Guanabara se comprometeu a reforçar o patrulhamento nas baías de Guanabara e Sepetiba, além dos mares de Angra dos Reis e Paraty, para combater o tráfico internacional de drogas.

Reformulação das UPPs

As Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), segundo o governador, serão mantidas, mas ele admitiu que o projeto precisa ser aprimorado.

"Eu não acho que a UPP fracassou. No Brasil inteiro os índices de violência aumentaram, e, aqui, não foi diferente, pois temos um território conflagrado, onde três, quatro facções e mais a milícia disputam territórios", declarou.

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