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Porta-bandeira volta com tudo à Sapucaí

Após drama em 2017, Jéssica Ferreira vai em busca de um final feliz esta noite

Com o joelho recuperado, Jéssica conduz a bandeira da Unidos de Padre Miguel ao lado de Vinícius
Com o joelho recuperado, Jéssica conduz a bandeira da Unidos de Padre Miguel ao lado de Vinícius - fotos de Diego Mendes / divulgação

Dançar e rodopiar com o pavilhão da Unidos de Padre Miguel sem medo e recuperada do susto de 2017, quando torceu o joelho esquerdo e caiu na Sapucaí, em frente ao segundo módulo de jurados. Essa é a promessa de Jéssica Ferreira, de 27 anos, primeira porta-bandeira da escola que encerra a segunda noite de desfiles da Série A, hoje.

"Até hoje não sei por que cai. Meu joelho torceu e fui parar no chão. Após sair do hospital e fazer exames, fiquei quase cinco meses me recuperando. Um deles sem poder colocar o pé no chão", recorda Jéssica, que deixou a Sapucaí de ambulância e foi substituída, no meio do desfile, pela segunda porta-bandeira Cássia Maria.

Jéssica fez fisioterapia para recuperar e fortalecer o joelho por três meses. "Voltei a ensaiar aos poucos, começando só com cinco minutos. Até que consegui ir até o fim. O apoio da diretoria e da comunidade foi fundamental para minha recuperação. Eles me abraçaram neste momento complicado. Nesses meses todos me preparei fisicamente com todo cuidado e agora estamos preparados para fazer o que ensaiamos", garante ela, que é a primeira porta-bandeira da Unidos de Padre Miguel há cinco anos, ao lado do mestre-sala Vinícius Antunes, de 24.

Seu parceiro também está confiante. "Nosso entrosamento desses cinco anos ajudou no preparo. Estou tranquilo", diz Vinícius.

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