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Imperatriz: Museu Nacional

Penúltima escola a se apresentar na segunda-feira, a Imperatriz Leopoldinense retomou a tradição de enredos históricos ao percorrer os 200 anos do Museu Nacional, localizado na Quinta da Boa Vista. Fantasias e alegorias com menção a insetos, aves, fósseis e meteoros expostos na instituição marcaram o trabalho do carnavalesco Cahê Rodrigues.

Um tripé que representava um meteorito exposto no museu chamava atenção mesmo de longe. Junto a ele, balões de gás hélio subiram na Avenida representando planetas. Uma alegoria imponente representava um santuário de ossos.

Logo após entrar na Sapucaí, a Imperatriz recebeu uma notícia ruim. A coroa presente no seu abre-alas não subiu, fazendo com que a escola possa ser penalizada em Alegorias.

A comissão de frente representou 'A nobreza dos pássaros em cortejo para o rei e rainha'. Alguns castiçais estavam apagados ou com lâmpadas amassadas. Um bailarino perdeu o sapato em frente ao terceiro módulo de julgadores.

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