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Pacientes no maior perrengue

Galera internada e funcionários de unidades de saúde também passaram sufoco com a chuva

A pior tempestade do século no Rio também impactou a rede de saúde. O Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, Zona Oeste, ficou sem luz. Funcionários precisaram acionar os geradores para não prejudicar os pacientes, e o fornecimento de energia elétrica só foi restabelecido na manhã de ontem. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, a chuva também provocou pontos de infiltração no setor de emergência. Com isso, pacientes foram transferidos para outros setores. A unidade destacou que não houve interrupção do atendimento.

Na rede estadual, os hospitais Carlos Chagas, em Marechal Hermes, e Getúlio Vargas, na Penha, ambos na Zona Norte, tiveram danos por conta do temporal. A Secretaria de Estado de Saúde informou que parte do teto de gesso de um dos corredores do Carlos Chagas cedeu.

Outras 15 unidades de saúde municipais ficaram sem luz. Sete hospitais e três Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) precisaram utilizar geradores. Os hospitais Evandro Freire, Paulino Werneck, Albert Schweitzer, Francisco da Silva Telles, Nossa Senhora do Loreto, Álvaro Ramos, Maternidade Alexander Fleming e as UPAs de Vila Kennedy, Sepetiba e Madureira continuavam sem energia até a noite de ontem.

A Secretaria Municipal de saúde informou ainda que uma parte do teto cirúrgico caiu, e enfermarias ficaram em áreas alagadas no Hospital Jesus, em Vila Isabel, Zona Norte.

O Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, no Fundão, também sofreu com a falta de luz. A unidade explicou que as cirurgias e internações agendadas para ontem foram suspensas até que a situação seja resolvida.

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