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Tráfico perde carga de munição

Presa quadrilha de fornecedores chefiada por policial

Munição para fuzis seria distribuída em várias favelas do Rio
Munição para fuzis seria distribuída em várias favelas do Rio - Divulgação

Uma ação integrada da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Civil desbaratou ontem uma quadrilha de tráfico de munições chefiada por um soldado da PM. Além do policial, que tinha no peito tatuagem do brasão da corporação e seu número de matrícula, outros três criminosos foram capturados, nas zonas Norte e Sul do Rio. As munições seriam vendidas a traficantes de várias favelas da cidade. O militar foi autuado por tráfico de munições de uso restrito das Forças Armadas.

Lotado no 6º BPM (Tijuca), Gláucio Gomes Martins, de 30 anos, foi flagrado por agentes da PRF e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme) no momento em que recebia um carregamento de dois mil balas de fuzil calibre 556, em Cordovil, na Zona Norte. O responsável pela entrega era Marciano Ferreira Gusmão, o "Pokemon", de 24 anos. Ele foram presos em flagrante. O PM estava com um carro de luxo roubado, com placa clonada. A ação teve apoio de agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Polícia Civil.

Carga escondida

Segundo a PRF, as munições estavam escondidas no assoalho de um carro que era guiado por "Pokemon" e foram localizadas com ajuda de aparelhos de Raio-X e cães farejadores.

Outra equipe de policiais prendeu mais dois criminosos do grupo em um quiosque na Praia de Copacabana, na Zona Sul. Cleverson Neves Pessoa, o "Clevinho", de 30 anos, e Claudecir Queiroz Brito, o "Mato Grosso", de 27, foram presos em flagrante. Dois carros foram apreendidos.

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