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Família contesta polícia

Familiares de rapper desaparecido não acreditam em suicídio

Kenny Vulcan está desaparecido
Kenny Vulcan está desaparecido - Reprodução Facebook

A família do rapper britânico Kenny Vulcan, que desapareceu no Rio de Janeiro no último dia 13, contestou a convicção da Polícia Civil de que o jovem tenha cometido suicídio. As declarações dos familiares foram dadas em entrevista ao tabloide britânico The Sun. O pai dele, Ken Mukendi, que está na cidade desde o dia 18, diz que a família ainda acredita que o músico esteja vivo, mas não quer ser localizado.

Mukendi declarou estar "profundamente desapontado com o resultado da investigação da polícia brasileira", e disse que a versão oficial foi divulgada sem consentimento da família. Parentes afirmam que Kenny não tinha problemas de saúde mental e nunca havia falado em suicídio. Já a polícia afirma que o rapaz sofria de uma depressão profunda e seu quadro havia piorado após a mudança dele para o Brasil.

Dia 23, a família divulgou mensagem, no mesmo jornal, dizendo que ele entenderia. O texto era parcialmente sem nexo, mas pedia que ele voltasse para casa.

Na data do desaparecimento, o músico deixou um estúdio de gravação na Barra e seguiu para a praia. É lá que a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) acredita que Kenny tenha se suicidado. Todas as suas redes sociais foram excluídas no mesmo dia.

A mochila foi encontrada na beira do mar, o que fez com que a polícia descartasse a hipótese de crime de roubo. A namorada do rapper, Renata Lima, afirmou que ele estava feliz, que o relacionamento dos dois estava indo bem, e que ele não demonstrou nenhum comportamento estranho.

Diante da conclusão da polícia, as equipes do Corpo de Bombeiros encerraram as buscas pelo corpo de Kenny. Mas a entrada de corpos no Instituto Médico Legal (IML) continua monitorada.

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