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LUCRÉCIA

Alrizete Mesquita, de 39 anos, criava sozinha o único filho, Fábio Mesquita, de 29. A mãe, que andava preocupada porque o rapaz nunca tinha lhe apresentado uma namorada, chamou o filho para uma conversa e ele revelou que era gay. Alzirete desabafou com uma amiga, que sugeriu que ela procurasse a ajuda de um pastor no Piauí. Sem revelar nada ao filho, Alzirete levou Fábio ao religioso, que já havia recebido R$ 2 mil para fazer uma cura gay no rapaz.

O homem gritou e sacudiu Fábio, até que ele desmaiou. O homem mandou Alzirete levar o filho para casa, porque, ao acordar, ele já estaria heterossexual. Quando o jovem despertou, ele dizia ser uma princesa chamada Lucrécia. Revoltada com o golpe, Alzirete foi até o falsário e deu uma sura nele.

A polícia levou a mulher e o pastor para a delegacia, onde os agentes descobriram que o religioso era um golpista e estava foragido da Justiça do Maranhão. Ao saber da prisão da mãe, Fábio invadiu a delegacia e deu uma surra no falso pastor. Ele e a mãe foram autuados por agressão e o bandido foi preso como estelionatário. Ao deixar a delegacia, Alzirete foi ao shopping comprar roupas femininas para o filho dizendo estar orgulhosa de Lucrécia. Socorro, Pedro Augusto. Quanta sacanagem, quanta violência, meu Deus!!!!

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