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Corpo de jovem some do túmulo

Restos mortais de idosa estavam no lugar

Nilce Rodrigues registrou queixa pelo sumiço da ossada de Diego
Nilce Rodrigues registrou queixa pelo sumiço da ossada de Diego - Estefan Radovicz

A família do rapper Diego Rodrigues Luniere, de 22 anos, morto em 2015, registrou queixa na 10ª DP (Botafogo) pelo sumiço dos restos mortais do túmulo em que foi sepultado, no Cemitério São João Batista, na Zona Sul do Rio. Na manhã de ontem, parentes dele foram ao cemitério fazer a exumação, mas levaram um susto ao constatar que no túmulo estava o corpo de uma idosa de 84 anos.

A dona de casa Nilce Rodrigues, de 53 anos, mãe do rapaz, diz pagou R$ 1,5 mil pelo enterro. "Hoje, na exumação no Cemitério São João Batista, me deparei com a lápide com o nome de uma outra pessoa no túmulo que era dele. Era uma senhora que morreu em 2016. Meu filho foi sepultado lá em 2015", conta Nilce Rodrigues.

Segundo Nilce, o cemitério a informou que, apesar do erro na escritura da lápide, o corpo era de Diego. "Pediram para eu aguardar eles acharem os restos mortais do meu filho. Isso é violação de tumulo", disse.

Ela suspeita da concessionária que administra o cemitério. "Acredito que a Riopax o tirou de lá. Uma funcionária da empresa me disse que eles iriam procurar o corpo do meu filho. No livro do cemitério o nome que está é o do meu filho. Eles não quiseram me dar a cópia do documento que prova que o meu filho estaria lá", afirma.

Diego foi baleado no pescoço ao sair da casa do pai, no Morro do Fallet, em 10 de maio de 2015, quando comemoraria o Dia das Mães com Nilce.

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