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Volta à rotina aos poucos

Sufoco nos ônibus deve ser menor hoje, mas totalidade da frota não está garantida

A expectativa é que o Estado do Rio comece a retomar sua rotina hoje. Após oito dias de muita confusão e desabastecimento de produtos, reflexos da greve nacional dos caminhoneiros, alguns setores da sociedade impactados, especialmente pela falta de combustível, devem voltar gradualmente à normalidade.

Apesar de o secretário Municipal da Casa Civil do Rio, Paulo Messina, ter afirmado que garantiu "diesel suficiente para o retorno de 100% da frota dos ônibus municipais", o presidente do Rio Ônibus, Cláudio Callak, informou que a previsão para a manhã de hoje é que as linhas iniciem com 70% a 80% da frota e vá aumentando ao longo do dia. "A gente não acredita que não tenha demanda para atender 100% da população, mas garantimos para amanhã", disse Callak.

O BRT vai adotar a mesma postura: começa o expediente com cerca de 40% da frota e, dependendo dos acontecimentos, deve aumentar a quantidade de ônibus. O serviço de barca que liga o Rio a Niterói é que se encontra em situação de mais penúria. A concessionária CCR Barcas reduziu viagens nos dias úteis e já avisou que não vai operar a linha no feriado de quinta-feira e no fim de semana.

Com relação aos alimentos, a Ceasa não deu garantia de funcionamento pleno hoje, mesmo com a previsão de que 20 caminhões desceriam da Região Serrana para abastecer a central. Por sua vez, a Fecomércio acredita que pode repor logo os estoques. Tanto que pediu à Prefeitura do Rio que libere os horários de carga e descarga dentro da cidade nos próximos 10 dias. A Secretaria Municipal de Transportes garantiu que atenderia à reivindicação.

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