• Siga o Meia-Hora nas redes!

Meia-entrada

Marinalda Soares, 37 anos, e outras nove prostitutas que trabalham num prostíbulo no Acre estavam tendo problemas com seis clientes do pinto pequeno. Todas as noites, eles chegavam ao local e, após o sexo com as meninas, pagavam apenas 10 reais dos 20 que custava o programa, alegando que pinto pequeno valia meia-entrada. Revoltadas com a atitude e o prejuízo, elas passaram se recusar em fazer sexo com esses clientes. Por causa disso, eles promoveram uma baderna e destruíram o prostíbulo. A polícia chegou e levou todos para a delegacia, onde foram autuados e liberados após pagarem fiança. Revoltadas, as prostitutas decidiram nunca mais atender esse grupo no inferninho. Elas contrataram um segurança, que mede o pinto do cliente antes dele entrar. Se o "documento" tiver menos de 15 centímetros, está proibido de entrar. Além disso, elas penduraram uma placa na entrada do local avisando que pinto pequeno não entra na casa de massagem. Socorro, Pedro Augusto! Quanta sacanagem, quanta violência, meu Deus!!!

Comentários

Mais notícias