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Madrasta pega 32 anos de jaula

A Justiça do Rio condenou ontem a 32 anos de prisão Joelma Souza da Silva, madrasta da menina Micaela, de 4 anos, que foi achada morta dentro de casa em Brás de Pina, na Zona Norte, em 2016. No julgamento, testemunhas contaram que Joelma costumava bater na menina, até que um dia a espancou até a morte. O próprio filho de Joelma, Wellington, denunciou a mãe à polícia. Na sentença, o juiz Gustavo Gomes Kalil escreveu que "o motivo do crime foi manifestamente torpe, simples intolerância que nutria a ré pela vítima, por ser a criança filha de seu companheiro com outra mulher". O pai de Micaela, Felipe Ramos da Silva, que criava a menina desde os 2 anos de idade, foi absolvido. A Justiça considerou que não houve, por parte do pai, "omissão plenamente relevante". No julgamento, Felipe confirmou que Joelma não gostava de Micaela.

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