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O ciúme é fogo

Agressor diz que troca de olhares teve algo a mais

O ataque incendiário ao porteiro Jefferson de Souza, de 23 anos, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, na terça-feira da semana passada, foi motivada por medo de chifres. Em depoimento à polícia, o agressor, Marcelo Cavalcanti Gomes, disse que jogou gasolina e ateou fogo ao porteiro por ciúmes da companheira.

"No dia do crime, Marcelo entrou com a mulher no condomínio e disse ter percebido uma troca de olhares entre o porteiro e a companheira. Ele julgou que aquela troca de olhares teve um algo a mais", afirmou o delegado Leandro Aquino da Silva, titular da 110ª DP (Teresópolis), que investiga o crime.

A Justiça decretou a prisão temporária de Marcelo, por tentativa de homicídio qualificado e por provocar incêndio, já que a cabine onde aconteceu o ataque também foi destruída pelas chamas.

O crime aconteceu durante a tarde, no bairro Fazenda Ermitage. Imagens das câmeras de segurança do empreendimento residencial mostram o momento em que o agressor joga gasolina na vítima e acende um isqueiro. Em chamas, Jefferson deixa a cabine da portaria correndo, enquanto o homem sai tranquilamente do local.

Internado em estado grave

Jefferson teve 60% da superfície corporal queimada, foi levado para Hospital das Clínicas de Teresópolis para o primeiro atendimento e transferido para o Hospital Estadual de Traumatologia e Ortopedia Vereador Melchiades Calazans, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, onde está internado em estado grave.

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