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Amigo que estava com Marcos Vinícius depõe

Adolescente que ia para colégio com vítima é ouvido na Delegacia de Homicídios

A mãe de Marcos Vinícius, Bruna Silva, também esteve na DH e confirmou o que havia dito à imprensa
A mãe de Marcos Vinícius, Bruna Silva, também esteve na DH e confirmou o que havia dito à imprensa - Severino Silva

Uma nova testemunha prestou depoimento ontem, na Delegacia de Homicídios (DH), sobre a morte de Marcos Vinícius da Silva, de 14 anos, quarta-feira, durante operação da Polícia Civil no Complexo da Maré. O jovem de 16 anos era amigo e ia todos os dias à escola com Marcos. "Ele vai ser fundamental para seguirmos com as investigações", disse o delegado Fábio Cardoso, chefe da Divisão de Homicídios.

Segundo o advogado da família, João Tancredo, o adolescente contou a mesma versão que a vítima. "A versão dele é bem clara. Quando eles viram o caveirão, e ele (Marcos) se virou, foi atingido. E essa não é a única testemunha, mas elas não conseguem vir por medo", disse o advogado.

Agora, a polícia deve ouvir os agentes que participaram da operação e periciar as armas. "Com os laudos, vamos fazer a reprodução simulada", disse Cardoso.

O chefe da Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, e os delegados Fábio Barucke e Fábio Cardoso, ambos da DH, participaram de reunião com a Anistia Internacional, a associações de moradores, a Comissão de Direitos Humanos da Alerj e a Secretaria de Educação, ontem. Um dos pedidos das entidades foi a redução de danos em ações policiais. "Citamos o uso de ambulâncias, instalação de câmera e GPS nas viaturas que sejam acompanhadas em tempo real por superior hierárquico, e o armazenamento das informações para consulta posterior", diz um documento elaborado pelas entidades.

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