• Siga o Meia-Hora nas redes!

Polícia dá 'geral' no Lins

Grajaú-Jacarepaguá ficou fechada por mais de sete horas durante a operação

A operação teve como objetivo cumprir mandados de busca
A operação teve como objetivo cumprir mandados de busca - Divulgação

Uma operação policial coordenada pela Secretaria Estadual de Segurança no Complexo do Lins, na Zona Norte da cidade, fechou a Autoestrada Grajaú-Jacarepaguá nos dois sentidos, desde o fim da madrugada de ontem. A via ficou interditada por quase sete horas e só foi reaberta às 12h20.

Cinco pessoas foram presas e dois menores apreendidos, além de terem sido recuperados sete carros e cinco motos roubadas, e munições e drogas encontradas. Os policiais conseguiram cumprir 50 mandados de busca e apreensão. Participaram da ação policiais civis e militares, agentes da Secretaria Estadual de Administração Penitenciária (SEAP) e da Força Nacional. O objetivo era cumprir os mandados de busca para obter provas que auxiliem nas investigações de mortes de policiais no estado.

Moradores da Praça Seca, na Zona Oeste, amanheceram sob tiros e relataram o ocorrido nas redes sociais. As comunidades Bateau Mouche e Covanca foram ocupadas por policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) para prevenir a entrada de bandidos em fuga da operação no Lins. Tropas do Exército, em operação continuada na Praça Seca, reforçaram a segurança na região.

"Muitos, muitos tiros", disse uma moradora da região. "Várias rajadas! Começou por volta das 6h30", contou outro. "Operação no Lins, eles correm pra aí", postou uma internauta em uma página do bairro. Ainda segundo a corporação, criminosos atiraram contra as equipes no início da manhã e houve confronto. A polícia não divulgou se houve presos, feridos ou apreensões na Praça Seca.

A Secretaria de Segurança disse que representantes de todas as instituições envolvidas na operação estiveram no Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), na Cidade Nova.

Grana da Lava Jato

O Gabinete de Intervenção Federal (GIF) vai utilizar o R$ 1,1 milhão recuperado na Operação Lava Jato e destinado para a Secretaria de Segurança Pública do Rio, na compra de material usado na perícia técnica que está em falta. O material chega em julho e será recebido por comissões mistas de peritos e integrantes do GIF. Entre os itens estão o luminol, que identifica sinais de sangue; reagentes como o PSA, utilizado na identificação de esperma; kits de identificação humana para exame de DNA; e solventes para exames de toxicologia e patologia; além de pó e pincel para verificação de digitais.

Comentários

Mais notícias