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Intimidavam os alvos

A quadrilha de policiais identificava pessoas em atividade ilegal e exigia dinheiro para deixá-las livres ou não apreender mercadorias. As negociações aconteciam dentro de delegacias. Entre os alvos estão vendedores de frutas, e de produtos piratas e ambulantes. Segundo o promotor Michel Zoucas, do Gaeco, quem não pagava era detido. "A violência não era a marca deles, mas sim a intimidação", disse.

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