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Projeto social em SG pede doações para ampliar sede e cursos gratuitos

Coletivo Ponte Cultural tem 33 voluntários e já beneficiou mais de 6.500 jovens desde sua fundação em 2016 em São Gonçalo

O grupo atuava em sala emprestada, mas com a sede própria e obras de ampliação o projeto poderá incluir mais atividades
O grupo atuava em sala emprestada, mas com a sede própria e obras de ampliação o projeto poderá incluir mais atividades -
SÃO GONÇALO - Os integrantes do Coletivo Ponte Cultural iniciaram uma campanha virtual para arrecadação de materiais de construção e recursos financeiros para reforma e adaptação de sua nova sede. Desde 2017, o projeto social ocupa duas salas cedidas pelo Centro Empresarial, onde oferece atividades culturais e educacionais a crianças e adolescentes da comunidade do Apolo II, bairro periférico entre Itaboraí e São Gonçalo.
O grupo surgiu em 2016 com o objetivo de promover a inclusão social através da democratização do acesso à cultura e à educação. Com o passar do tempo, o projeto cresceu e o espaço ficou pequeno para a quantidade de atividades realizadas. Hoje o coletivo é composto por 33 voluntários profissionais de cultura e de educação que oferecem gratuitamente cursos de Teatro, Cinema e TV, Desenho Realista, Danças Urbanas, Teclado, Violão, Piano e o Pré-vestibular Comunitário, que juntos somam mais de 200 alunos, além de dispor de Biblioteca Comunitária e promover saraus e cineclubes. Desde sua fundação, o Ponte Cultural já beneficiou mais de 6.500 pessoas.
Em junho deste ano, durante a pandemia de Covid-19, o irmão do fundador do movimento social faleceu e a casa da família - agora com um único herdeiro - foi doada para sediar o Coletivo Ponte Cultural e em breve também o Centro Cultural. Porém o grupo precisa realizar reformas e adaptações no espaço, onde terão a possibilidade de ampliar as ações já realizadas. O projeto não recebe incentivo financeiro do poder público.
Segundo o diretor Marcos Moura, o grupo é grato ao responsáveis do Centro Empresarial onde o projeto funcionava, mas com uma sede própria o horário poderá ser mais amplo e incluir mais atividades. "É muito simbólico para mim destinar a casa onde cresci para realizar tantas atividades educacionais e culturais. Existem grandes potências entre as crianças e adolescentes na periferia e o que elas precisam é de oportunidades. Agradecemos por todo o apoio e carinho dos responsáveis pelo prédio, mas temos a oportunidade de caminhar com nossas próprias 'pernas' agora", explicou.
De acordo com a pedagoga Andreia Costa, mãe de quatro alunos do projeto, se não fosse o Coletivo Ponte Cultural e seu alto comprometimento com os jovens, seus filhos talvez não cursassem as aulas de artes, pois ela não teria renda para custear os cursos. "Eu e meus filhos entramos no coletivo em 2018. Eu me inscrevi e também os meus filhos assim que soube do projeto. Eu tenho uma filha muito talentosa mas também muito introvertida, que com o curso de teatro no Coletivo se desenvolveu muito na escola e em outras áreas. Sou muito grata ao Ponte Cultural", exclamou.

Do que o grupo precisa
Dois vasos sanitários com caixa acoplada, dois lavatórios, uma porta de madeira (1,20m com barra antipânico), pedras (nº 2), areia lavada, areola, tijolos, cimento, argamassa, lata de tinta de parede, massa corrida, três portas de madeira (0,80cm)


Como doar

Vakinha: https://www.catarse.me/TijoloporTijolo?ref=project_link


Mais informações

E-mail: [email protected]

Site: http://coletivopontecultural.com.br/projetos/


Telefones para contato

21 99266-0026 = Marcos Moura

21 98570-8402 = Roseane Nobre

21 99148-3180 = Brenda Ticiane

21 98824-7362 = Alberto Sena

Os integrantes do Coletivo Ponte Cultural estão com um novo desafio pela frente. O grupo iniciou uma campanha virtual, uma vakinha online para arrecadação de materiais de construção e recursos financeiros para reforma e adaptação da nova sede do projeto social. Desde 2017, o grupo ocupa duas salas cedidas pelo Centro Empresarial para ser sede do movimento social e assim oferecer as atividades culturais e educacionais à crianças e adolescentes da comunidade do Apolo II, bairro periférico entre Itaboraí e São Gonçalo. Com o passar do tempo o projeto cresceu e o espaço ficou pequeno para quantidade de atividades realizadas. Em junho deste ano durante a pandemia de Covid-19 o irmão do fundador do movimento social faleceu, e a casa da família agora com único herdeiro foi doada para ser sede própria do Coletivo Ponte Culturale ser em breve o Centro Cultural. Porém o grupo precisa realizar reformas e adaptações no espaço, onde terão a possibilidade de dar continuidade, além de ampliar as atividades já realizadas.

 

O Coletivo Ponte Cultural é um movimento social que surgiu em 2016, com objetivo de promover a inclusão social através da democratização do acesso à cultura e a educação superior.


Segundo o diretor do Coletivo Ponte Cultural, Marcos Moura, o grupo é grato ao responsáveis do Centro Empresarial onde o projeto funcionava, mas com a possibilidade de ter uma sede própria o grupo poderá ter horário mais amplo e  incluir mais atividades. "É muito simbólico para mim destinar a casa onde cresci para realizar tantas atividades educacionais e culturais. Existem grandes potências entre as crianças e adolescentes na periferia e o que eles/as precisam é de oportunidades. Agradecemos por todo apoio e carinho dos responsáveis do prédio, mas agora temos a oportunidade de caminhar com nossas 'pernas' no sentido de ter um espaço próprio", disse Marcos Moura.


O grupo é composto por 33 voluntários profissionais da cultura e educação e dentre as atividades oferecidas gratuitamente, estão os cursos de Teatro, Cinema e TV, Desenho Realista, Danças Urbanas, Teclado, Violão, Piano e o Pré-vestibular Comunitário, que juntos somam mais de 200 alunos. Além da Biblioteca Comunitária, Saraus e Cine Clubes.


De acordo com a pedagoga, Andreia Costa, mãe de 4 filhos que participam do projeto, o Coletivo Ponte Cultural tem um alto comprometimento com seus alunos e, segundo a Andreia, sem o projeto, seus filhos talvez não cursassem as aulas de artes, pois ela não teria renda para custear os cursos para os quatros filhos. "Eu e meus filhos entramos no coletivo em 2018. Eu me inscrevi e também os meus filhos assim que soube do projeto. Eu tenho uma filha que é altas habilidades, mas ela é muito introvertida e, quando ela começou a fazer o curso de teatro no Coletivo, ela se desenvolveu muito na escola e em outras áreas. Sou muito grata ao Ponte Cultural, pois foi um "up" na vida da minha filha, disse a pedagoga.


Todas as atividades são realizadas sem apoio ou qualquer incentivo financeiro e institucional do poder público. E desde sua fundação, em 2016, mais de 6.500 pessoas foram beneficiadas com as ações socioculturais do Coletivo Ponte Cultural.

 

 

Como doar?

Vakinha: https://www.catarse.me/TijoloporTijolo?ref=project_link

 

Mais informações:

E-mail: [email protected]com.br

Site: http://coletivopontecultural.com.br/projetos/

 

Telefones:

21 99266-0026 Marcos Moura /

21 98570-8402 Roseane Nobre /

21 99148-3180 Brenda Ticiane /

21 98824-7362 Alberto Sena /