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Ativista Sara Winter afirma que 'nunca mais' vai chamar Bolsonaro de 'mito'

Recentemente Sara criticou o presidente alegando que não estava o reconhecendo

Extremista disse que "morreria de vergonha de fazer isso" de novo
Extremista disse que "morreria de vergonha de fazer isso" de novo -

Rio - A ativista Sara Winter, líder do grupo extremista “300 do Brasil” declarou em entrevista à Revista Veja que não intitulará mais Jair Bolsonaro pelo apelido de ‘mito’.

"Decidi me aposentar. Nunca mais vocês vão me ver gritando 'mito', 'mito'. "Hoje morreria de vergonha de fazer isso", afirmou ela à publicação. "Fiz tudo aquilo acreditando que havia um movimento para derrubá-lo [Jair Bolsonaro]. Eu me sacrifiquei para defendê-lo e faria tudo de novo, apenas de uma maneira diferente", afirma Winter.

Investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito dos atos antidemocráticos, já havia tecido críticas contra o presidente. Aos prantos, a ativista usou as redes sociais para dizer que não reconhecia mais Bolsonaro. “O homem que eu decidi entregar meu destino e vida para proteger um legado conservador”, declarou em outubro do ano passado.

Nesta quarta (10), a Justiça rejeitou denúncias feitas contra Sara, que a acusavam de ameaça e injúria, cometido contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo.

"Pode parecer síndrome de Estocolmo, mas tenho mais a agradecer ao ministro Alexandre de Moraes do que à ministra Damares Alves", afirmou na entrevista. No ano passado, Winter declarou que gostaria de “trocar socos” contra Moraes.