Geral
Pré-candidata ao Senado, Thais Infante defende protagonismo feminino
Em entrevista ao MEIA HORA, advogada detalhou propostas para ampliar a participação das mulheres na política e nos espaços de decisão
Por PH Lopes do iG
Publicado em 03/07/2026 06:00:00 Atualizado em 03/07/2026 06:00:00Nova voz na política, a pré-candidata ao Senado pelo Democracia Cristã, Dra. Thais Infante, conversou com MEIA HORA sobre os desafios da participação feminina nos espaços de poder no Brasil. A advogada destacou as propostas que considera fundamentais para ampliar a representatividade da mulher e fortalecer a democracia.
MEIA HORA: A senhora acredita que ainda existe preconceito contra mulheres que decidem ingressar na política?
THAIS INFANTE - Infelizmente, acredito que sim. A mulher conquistou muitos espaços nas últimas décadas, mas ainda enfrenta uma resistência histórica quando busca posições de liderança e poder. Muitas vezes precisa demonstrar mais competência para receber o mesmo reconhecimento. Precisamos romper essa barreira. Diversos estudos mostram que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção quando comparadas aos homens. Isso demonstra que ampliar a participação feminina não é apenas uma questão de igualdade, mas também uma oportunidade de fortalecer a ética, a transparência e a confiança nas instituições.
A recente divergência pública entre Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro gerou muitos comentários. Como a senhora vê esse episódio?
Eu prefiro não comentar situações pessoais ou familiares. O que esse episódio me faz refletir é que mulheres que ocupam posições de protagonismo acabam sendo muito mais observadas e cobradas do que os homens. Isso acontece em diferentes partidos e correntes políticas. O debate deve estar voltado para as ideias, para as propostas e para os resultados. Quanto maior for a participação feminina na política, melhor será para o Brasil. Estudos mostram que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção, o que reforça a importância de incentivar sua presença nos espaços de decisão.
A senhora acredita que Janja teve um papel mais ativo no início do governo e, depois, passou a aparecer menos?
Não me cabe avaliar estratégias ou decisões de um governo específico. O que posso dizer é que mulheres em posições de destaque normalmente enfrentam um nível de cobrança muito maior do que os homens. Precisamos superar essa cultura e garantir que cada mulher tenha liberdade para contribuir de acordo com sua capacidade, suas ideias e suas convicções. Quanto maior a participação feminina, mais plural e representativa será a política. Além disso, diversos estudos indicam que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção, o que representa um importante ativo para a democracia.
Na sua visão, qual é o principal desafio para aumentar a participação feminina na política brasileira?
O principal desafio é garantir igualdade real de oportunidades. Ainda existem barreiras culturais, partidárias e estruturais que dificultam o acesso das mulheres aos espaços de poder. Não se trata apenas de representatividade. Diversas pesquisas mostram que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção e costumam adotar modelos de gestão mais colaborativos e transparentes. O Brasil só tem a ganhar com uma participação feminina cada vez maior na vida pública.
Que mensagem a senhora deixaria para as mulheres que pensam em ingressar na política?
Eu diria para acreditarem no próprio potencial e não desistirem dos seus sonhos. A política precisa de mais mulheres preparadas, comprometidas e dispostas a servir à população. Não deixem que o preconceito ou a desconfiança impeçam vocês de ocupar espaços de liderança. A presença feminina fortalece a democracia, amplia a qualidade do debate público e, segundo diversos estudos, está associada a um menor envolvimento em casos de corrupção. O Brasil precisa da competência, da sensibilidade e da firmeza das mulheres para construir um futuro melhor.
THAIS INFANTE - Infelizmente, acredito que sim. A mulher conquistou muitos espaços nas últimas décadas, mas ainda enfrenta uma resistência histórica quando busca posições de liderança e poder. Muitas vezes precisa demonstrar mais competência para receber o mesmo reconhecimento. Precisamos romper essa barreira. Diversos estudos mostram que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção quando comparadas aos homens. Isso demonstra que ampliar a participação feminina não é apenas uma questão de igualdade, mas também uma oportunidade de fortalecer a ética, a transparência e a confiança nas instituições.
A recente divergência pública entre Flávio Bolsonaro e Michelle Bolsonaro gerou muitos comentários. Como a senhora vê esse episódio?
Eu prefiro não comentar situações pessoais ou familiares. O que esse episódio me faz refletir é que mulheres que ocupam posições de protagonismo acabam sendo muito mais observadas e cobradas do que os homens. Isso acontece em diferentes partidos e correntes políticas. O debate deve estar voltado para as ideias, para as propostas e para os resultados. Quanto maior for a participação feminina na política, melhor será para o Brasil. Estudos mostram que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção, o que reforça a importância de incentivar sua presença nos espaços de decisão.
A senhora acredita que Janja teve um papel mais ativo no início do governo e, depois, passou a aparecer menos?
Não me cabe avaliar estratégias ou decisões de um governo específico. O que posso dizer é que mulheres em posições de destaque normalmente enfrentam um nível de cobrança muito maior do que os homens. Precisamos superar essa cultura e garantir que cada mulher tenha liberdade para contribuir de acordo com sua capacidade, suas ideias e suas convicções. Quanto maior a participação feminina, mais plural e representativa será a política. Além disso, diversos estudos indicam que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção, o que representa um importante ativo para a democracia.
Na sua visão, qual é o principal desafio para aumentar a participação feminina na política brasileira?
O principal desafio é garantir igualdade real de oportunidades. Ainda existem barreiras culturais, partidárias e estruturais que dificultam o acesso das mulheres aos espaços de poder. Não se trata apenas de representatividade. Diversas pesquisas mostram que mulheres, em média, aparecem menos envolvidas em casos de corrupção e costumam adotar modelos de gestão mais colaborativos e transparentes. O Brasil só tem a ganhar com uma participação feminina cada vez maior na vida pública.
Que mensagem a senhora deixaria para as mulheres que pensam em ingressar na política?
Eu diria para acreditarem no próprio potencial e não desistirem dos seus sonhos. A política precisa de mais mulheres preparadas, comprometidas e dispostas a servir à população. Não deixem que o preconceito ou a desconfiança impeçam vocês de ocupar espaços de liderança. A presença feminina fortalece a democracia, amplia a qualidade do debate público e, segundo diversos estudos, está associada a um menor envolvimento em casos de corrupção. O Brasil precisa da competência, da sensibilidade e da firmeza das mulheres para construir um futuro melhor.