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Defesa diz que não há como afirmar que celular era de Jairo

Por Meia Hora

Publicado em 07/07/2026 00:00:00 Atualizado em 07/07/2026 00:00:00

Na petição, a defesa sustenta que não há como afirmar que o aparelho encontrado pertence a Jairinho, já que se trata de uma cela coletiva. Para os advogados, o pedido do MPRJ indica uma espécie de "varredura" em busca de informações que pudessem servir como provas, prática considerada ilegal.

No entanto, o promotor de Justiça Fabio Vieira rebateu afirmando que o caso é analisado pela Justiça em primeira instância e que o MPRJ ainda apresentará os fundamentos de seu recurso, além de responder aos argumentos que serão apresentados pela defesa.

"Esse processo, do homicídio, ainda tramita pela vara de origem, que tem interesse, sim, em eventual dado que fale sobre esse caso. A atribuição do Ministério Público tem competência, o juízo [também] tem. Isso foi deferido pelo juiz, não tem nada de irregular", afirmou o promotor.

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