Geral
Velório de inspetor morto é marcado por revolta e consternação
Carlos Alberto Freire Neto foi baleado na cabeça enquanto fazia diligências na Avenida Brasil em uma viatura descaracterizada
Por Leonardo Brito, Manuella Viégas
Publicado em 09/07/2026 20:35:50Rio - Em meio à comoção e revolta, familiares, amigos e colegas de trabalho se despediram do inspetor da Polícia Civil Carlos Alberto Freire Neto, 35 anos, na Câmara Municipal de Niterói, Região Metropolitana. O agente foi baleado na cabeça na Avenida Brasil, na altura de Guadalupe, Zona Norte, nesta quarta-feira (8).
O corpo chegou ao local do velório por volta das 14h30. Colegas da Polícia Civil ajudaram a levar o caixão para dentro do salão principal, em que a despedida aconteceu.
O caixão deixou a Câmara às 15h37 sob uma salva de palmas. Agentes de várias unidades estiveram presentes para prestar as últimas homenagens. O corpo seguiu em cortejo no caminhão do Corpo de Bombeiros, seguido por um comboio de viaturas da Polícia Civil, até o Cemitério Parque da Colina, em Pendotiba, onde o agente foi cremado.
Às 17h250, o corpo chegou no cemitério e a tristeza era absoluta. Colegas de farda e amigos ficaram próximos do caixão enquanto acontecia o corteja que os levava para o momento da cremação. Em um determinado momento, o helicóptero da polícia jogou pétalas de rosas.
Morador de Niterói, Carlos Alberto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023 e, desde maio, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele deixa esposa e dois filhos.
Carlos Alberto e outros três agentes realizavam diligências de inteligência na comunidade do Muquiço, em uma viatura descaracterizada, quando foram atacados. Além dele, a policial Juliele da Conceição Brandt também foi atingida na perna.
Eles foram socorridos e levados para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste. O inspetor chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu e morreu durante a tarde. Juliele também foi operada. O quadro de saúde dela é considerado estável.
Morador de Niterói, Carlos Alberto ingressou na Polícia Civil em dezembro de 2023 e, desde maio, atuava na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Ele deixa esposa e dois filhos.
Carlos Alberto e outros três agentes realizavam diligências de inteligência na comunidade do Muquiço, em uma viatura descaracterizada, quando foram atacados. Além dele, a policial Juliele da Conceição Brandt também foi atingida na perna.
Eles foram socorridos e levados para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste. O inspetor chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu e morreu durante a tarde. Juliele também foi operada. O quadro de saúde dela é considerado estável.
O Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações sobre os envolvidos no ataque aos agentes. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC).