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Ortopedista é preso com medicamentos vencidos na Baixada
Investigação apontou suspeitas sobre procedimentos realizados em consultório em Duque de Caxias
Por Leonardo Brito
Publicado em 20/07/2026 21:12:00 Atualizado em 20/07/2026 21:12:00Rio - Um médico ortopedista foi preso nesta segunda-feira (20) por agentes da Delegacia do Consumidor (Decon) durante uma fiscalização em seu consultório, localizado na Avenida Brigadeiro Lima e Silva, no Centro de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A ação ocorreu após denúncias envolvendo supostas irregularidades em atendimentos prestados pelo profissional.
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Segundo a Polícia Civil, a investigação começou após o relato de um paciente que afirmou ter sido submetido a uma cirurgia para tratamento de hérnia de disco. De acordo com a denúncia, o médico teria apresentado o procedimento como uma técnica minimamente invasiva, com promessa de regeneração por meio do uso de células-tronco.
Após a intervenção, no entanto, o paciente relatou agravamento do quadro clínico, com dores mais intensas, perda de força em uma das pernas e dificuldades de locomoção. Ainda conforme o depoimento, o procedimento realizado seria diferente daquele inicialmente informado.
Durante a fiscalização no consultório, os policiais encontraram caixas de medicamentos vencidos, kits utilizados em procedimentos médicos com prazo de validade expirado e outros materiais que foram apreendidos para análise pericial.
As diligências também identificaram indícios de que o estabelecimento possuía autorização apenas para consultas ambulatoriais. Apesar disso, a investigação aponta que procedimentos invasivos estariam sendo realizados no local.
De acordo com a Decon, o ortopedista também é alvo de outro inquérito policial instaurado após uma nova denúncia feita por paciente.
O médico foi conduzido à delegacia e responderá por crime contra as relações de consumo. As investigações seguem para apurar a extensão das irregularidades e verificar a existência de outras possíveis vítimas.
Segundo a Polícia Civil, a investigação começou após o relato de um paciente que afirmou ter sido submetido a uma cirurgia para tratamento de hérnia de disco. De acordo com a denúncia, o médico teria apresentado o procedimento como uma técnica minimamente invasiva, com promessa de regeneração por meio do uso de células-tronco.
Após a intervenção, no entanto, o paciente relatou agravamento do quadro clínico, com dores mais intensas, perda de força em uma das pernas e dificuldades de locomoção. Ainda conforme o depoimento, o procedimento realizado seria diferente daquele inicialmente informado.
Durante a fiscalização no consultório, os policiais encontraram caixas de medicamentos vencidos, kits utilizados em procedimentos médicos com prazo de validade expirado e outros materiais que foram apreendidos para análise pericial.
As diligências também identificaram indícios de que o estabelecimento possuía autorização apenas para consultas ambulatoriais. Apesar disso, a investigação aponta que procedimentos invasivos estariam sendo realizados no local.
De acordo com a Decon, o ortopedista também é alvo de outro inquérito policial instaurado após uma nova denúncia feita por paciente.
O médico foi conduzido à delegacia e responderá por crime contra as relações de consumo. As investigações seguem para apurar a extensão das irregularidades e verificar a existência de outras possíveis vítimas.