Geral
Operação da Polícia Civil mira golpe do falso empréstimo
Agentes cumprem mandados de busca e apreensão em seis endereços no Rio, em Niterói e São Gonçalo, nesta terça-feira (15)
Por Ana Fernanda Freire
Publicado em 15/09/2026 09:23:47 Atualizado em 15/09/2026 09:23:47Policiais civis da 52ª DP (Nova Iguaçu) realizam, nesta terça-feira (15), uma operação contra um grupo investigado por praticar estelionatos utilizando uma empresa de consultoria para atrair vítimas. Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão em seis endereços no Rio e em Niterói e São Gonçalo, na Região Metropolitana.
A apuração começou após uma pessoa procurar a delegacia e relatar ter sido atraída com a promessa de redução dos juros de um empréstimo consignado. Durante o atendimento, ela forneceu documentos pessoais e foi induzida a realizar uma biometria facial.
De acordo com os policiais, as informações teriam sido usadas, sem autorização, para a contratação de um financiamento de R$ 80 mil destinado à aquisição de um veículo de luxo. A vítima afirma que jamais comprou o automóvel e sequer teve contato com o carro. Mesmo assim, as parcelas do financiamento passaram a ser descontadas de sua conta bancária.
A partir desse relato, os investigadores começaram a apurar a forma de atuação do grupo e chegaram a uma estrutura organizada, com divisão de tarefas entre os envolvidos. Segundo a Polícia Civil, o esquema contava com responsáveis pela captação de alvos, obtenção e circulação de documentos, realização das biometrias faciais, operacionalização dos financiamentos e movimentação dos valores obtidos por meio dos golpes.
Durante as diligências, as equipes também verificaram que um número de telefone ligado ao esquema havia sido usado para o envio de documentos relacionados à fraude. O contato estava associado a uma chave Pix registrada em nome de uma das investigadas. Segundo os agentes, a suspeita possui registros anteriores relacionados à prática de estelionato.
Os mandados de busca e apreensão foram expedidos com o objetivo de recolher materiais que possam ajudar a esclarecer o funcionamento do esquema. Entre os itens procurados estão celulares, computadores, documentos, contratos, comprovantes bancários, registros de atendimento e outros elementos que possam ter relação com os crimes.
Os aparelhos eletrônicos encontrados durante o cumprimento das ordens judiciais também serão submetidos à extração e análise de dados. A medida deverá auxiliar os investigadores na apuração da participação de cada integrante e na busca por informações que possam indicar a existência de outras pessoas atingidas pelo mesmo método.
A Polícia Civil também pretende dimensionar a atuação do grupo e verificar se a estrutura teria sido utilizada em outros casos. As investigações continuam para apontar possíveis novos integrantes e apurar a eventual prática reiterada de crimes semelhantes.
A partir desse relato, os investigadores começaram a apurar a forma de atuação do grupo e chegaram a uma estrutura organizada, com divisão de tarefas entre os envolvidos. Segundo a Polícia Civil, o esquema contava com responsáveis pela captação de alvos, obtenção e circulação de documentos, realização das biometrias faciais, operacionalização dos financiamentos e movimentação dos valores obtidos por meio dos golpes.
Durante as diligências, as equipes também verificaram que um número de telefone ligado ao esquema havia sido usado para o envio de documentos relacionados à fraude. O contato estava associado a uma chave Pix registrada em nome de uma das investigadas. Segundo os agentes, a suspeita possui registros anteriores relacionados à prática de estelionato.
Os mandados de busca e apreensão foram expedidos com o objetivo de recolher materiais que possam ajudar a esclarecer o funcionamento do esquema. Entre os itens procurados estão celulares, computadores, documentos, contratos, comprovantes bancários, registros de atendimento e outros elementos que possam ter relação com os crimes.
Os aparelhos eletrônicos encontrados durante o cumprimento das ordens judiciais também serão submetidos à extração e análise de dados. A medida deverá auxiliar os investigadores na apuração da participação de cada integrante e na busca por informações que possam indicar a existência de outras pessoas atingidas pelo mesmo método.
A Polícia Civil também pretende dimensionar a atuação do grupo e verificar se a estrutura teria sido utilizada em outros casos. As investigações continuam para apontar possíveis novos integrantes e apurar a eventual prática reiterada de crimes semelhantes.