Geral
Operação contra desvio de armas para criminosos tem quatro presos
Um dos principais alvos da operação, apontado como articulador do esquema, possui endereço em um condomínio na Barra da Tijuca
Por Alexia Gomes
Publicado em 28/09/2026 09:00:32A Polícia Civil realiza, nesta segunda-feira (28), a Operação Mercador, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa investigada por comércio ilegal de armas e munições, falsificação de documentos, fraudes na obtenção de registros de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs) e lavagem de dinheiro. Até o momento, quatro pessoas foram presas.
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Nesta manhã, os agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em 56 endereços ligados aos investigados. No Rio de Janeiro, as ações ocorrem na Barra da Tijuca, em Niterói, São Gonçalo e São João de Meriti. A organização tinha atuação interestadual, com ramificações identificadas na Bahia, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Rio Grande do Sul, além de outros endereços relacionados aos investigados.
Segundo as investigações, o grupo utilizava documentos falsos, laudos psicológicos fraudulentos, comprovantes de residência e vínculos empregatícios fictícios. Intermediários também atuavam nos procedimentos para obtenção de Certificados de Registro (CR) de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs).
Após adquirir as armas por meios formais, o grupo desviava os armamentos para o mercado clandestino. Os elementos reunidos no inquérito apontam que armas obtidas por meio do esquema foram posteriormente localizadas com integrantes de organizações criminosas, incluindo membros do Bonde do Maluco (BDM) e do Comando Vermelho (CV). Entre os armamentos identificados estão fuzis, carabinas e pistolas de diferentes calibres.
A organização também utilizava empresas para movimentar os recursos obtidos com as transações. Os estabelecimentos relacionados aos alvos apresentavam características incompatíveis com as atividades econômicas declaradas, além de alterações societárias e movimentações financeiras consideradas atípicas. Os agentes analisaram relatórios financeiros e identificaram movimentações superiores a R$ 100 milhões.
Um dos principais alvos da operação possui endereço em um condomínio residencial na Barra da Tijuca. Ele é apontado pelas investigações como um dos principais articuladores da organização criminosa, com atuação no comando e na coordenação da estrutura voltada ao comércio ilegal de armas de fogo.
A ação conjunta, que mira o desvio de armamentos para integrantes de organizações criminosas em diferentes estados do país, conta com apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), além da Polícia Civil da Bahia.
Nesta manhã, os agentes cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em 56 endereços ligados aos investigados. No Rio de Janeiro, as ações ocorrem na Barra da Tijuca, em Niterói, São Gonçalo e São João de Meriti. A organização tinha atuação interestadual, com ramificações identificadas na Bahia, no Rio de Janeiro, no Ceará e no Rio Grande do Sul, além de outros endereços relacionados aos investigados.
Segundo as investigações, o grupo utilizava documentos falsos, laudos psicológicos fraudulentos, comprovantes de residência e vínculos empregatícios fictícios. Intermediários também atuavam nos procedimentos para obtenção de Certificados de Registro (CR) de Colecionadores, Atiradores e Caçadores (CACs).
Após adquirir as armas por meios formais, o grupo desviava os armamentos para o mercado clandestino. Os elementos reunidos no inquérito apontam que armas obtidas por meio do esquema foram posteriormente localizadas com integrantes de organizações criminosas, incluindo membros do Bonde do Maluco (BDM) e do Comando Vermelho (CV). Entre os armamentos identificados estão fuzis, carabinas e pistolas de diferentes calibres.
A organização também utilizava empresas para movimentar os recursos obtidos com as transações. Os estabelecimentos relacionados aos alvos apresentavam características incompatíveis com as atividades econômicas declaradas, além de alterações societárias e movimentações financeiras consideradas atípicas. Os agentes analisaram relatórios financeiros e identificaram movimentações superiores a R$ 100 milhões.
Um dos principais alvos da operação possui endereço em um condomínio residencial na Barra da Tijuca. Ele é apontado pelas investigações como um dos principais articuladores da organização criminosa, com atuação no comando e na coordenação da estrutura voltada ao comércio ilegal de armas de fogo.
A ação conjunta, que mira o desvio de armamentos para integrantes de organizações criminosas em diferentes estados do país, conta com apoio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco) e da Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos (Desarme), além da Polícia Civil da Bahia.