Geral
Disque Denúncia divulga cartaz para encontrar envolvido em morte de PM
Cláudio Barbosa de Lima, conhecido como Foguinho, está foragido desde 2025 após 'saidinha de Natal'; Crime aconteceu em 2016
Por Ana Fernanda Freire
Publicado em 29/09/2026 08:36:49 Atualizado em 29/09/2026 08:36:49O Disque Denúncia divulgou, nesta segunda-feira (28), um cartaz para ajudar a localizar Cláudio Barbosa de Lima, conhecido como Foguinho, de 29 anos, integrante do Comando Vermelho e classificado como 'alta periculosidade' pelo sistema prisional. Ele está entre os procurados pela participação no assassinato do 3º sargento da Polícia Militar Renato Liberato Neto, de 44 anos, morto durante um assalto em outubro de 2016.
Lotado na Corregedoria da corporação, o agente foi baleado dentro de uma loja na Rua Sacadura Cabral, no Centro do Rio. Na ocasião, ele estava acompanhado da filha, então com 10 anos, que também ficou ferida.
Segundo as investigações, criminosos invadiram o estabelecimento para roubar celulares e mantiveram clientes e funcionários sob a mira de armas. Enquanto um dos assaltantes seguiu para o estoque, outro permaneceu no salão. O policial e a filha chegaram ao local durante a ação e acabaram surpreendidos pelos criminosos.
Um dos assaltantes, identificado como Edvandro Luiz Galvão Muniz, conhecido como Lorão, teria ficado responsável pela fuga. Já outro criminoso, conhecido como Bolão, que já está preso, e estava no estoque, atirou contra o sargento e a filha. Renato foi atingido na cabeça e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, mas não resistiu. A menina, baleada na perna, recebeu atendimento no Hospital Municipal Souza Aguiar antes de ser transferida para o HCPM.
Após o crime, Edvandro e o comparsa deixaram a loja com o auxílio de outros criminosos que os aguardavam em motocicletas. De acordo com o Disque Denúncia, um deles era Cláudio. O grupo fugiu em direção à Pedra do Sal levando o celular e a arma do policial.
Segundo as investigações, criminosos invadiram o estabelecimento para roubar celulares e mantiveram clientes e funcionários sob a mira de armas. Enquanto um dos assaltantes seguiu para o estoque, outro permaneceu no salão. O policial e a filha chegaram ao local durante a ação e acabaram surpreendidos pelos criminosos.
Um dos assaltantes, identificado como Edvandro Luiz Galvão Muniz, conhecido como Lorão, teria ficado responsável pela fuga. Já outro criminoso, conhecido como Bolão, que já está preso, e estava no estoque, atirou contra o sargento e a filha. Renato foi atingido na cabeça e levado para o Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), no Estácio, mas não resistiu. A menina, baleada na perna, recebeu atendimento no Hospital Municipal Souza Aguiar antes de ser transferida para o HCPM.
Após o crime, Edvandro e o comparsa deixaram a loja com o auxílio de outros criminosos que os aguardavam em motocicletas. De acordo com o Disque Denúncia, um deles era Cláudio. O grupo fugiu em direção à Pedra do Sal levando o celular e a arma do policial.
Foragido
Cláudio chegou a ser preso em dezembro de 2016 por agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC-CAP). Em dezembro de 2024, ele passou do regime fechado para o semiaberto e, em outubro de 2025, recebeu autorização para a Visita Periódica ao Lar (VPL).
Ele deixou a prisão durante a saída autorizada no Indulto de Natal de 2025, mas não retornou à unidade prisional. Por causa disso, a Vara de Execuções Penais (VEP) expediu um mandado de prisão contra ele.
Ele foi condenado a 23 anos de detenção pelo crime de latrocínio — roubo seguido de morte. Segundo a Justiça, ainda restam cerca de 11 anos de pena a serem cumpridos em regime semiaberto. Houve ainda regressão cautelar do regime enquanto o procedimento disciplinar relacionado à fuga é analisado.
Ele deixou a prisão durante a saída autorizada no Indulto de Natal de 2025, mas não retornou à unidade prisional. Por causa disso, a Vara de Execuções Penais (VEP) expediu um mandado de prisão contra ele.
Ele foi condenado a 23 anos de detenção pelo crime de latrocínio — roubo seguido de morte. Segundo a Justiça, ainda restam cerca de 11 anos de pena a serem cumpridos em regime semiaberto. Houve ainda regressão cautelar do regime enquanto o procedimento disciplinar relacionado à fuga é analisado.
Denúncias
Informações que possam ajudar na localização de Cláudio podem ser repassadas de forma anônima ao Disque Denúncia pelo telefone (21) 2253-1177. O serviço funciona 24 horas por dia.
Também é possível enviar denúncias pelo aplicativo Disque Denúncia RJ ou pelo WhatsApp Anonimizado, no mesmo número. A ferramenta utiliza uma tecnologia que oculta informações capazes de identificar o denunciante.
Também é possível enviar denúncias pelo aplicativo Disque Denúncia RJ ou pelo WhatsApp Anonimizado, no mesmo número. A ferramenta utiliza uma tecnologia que oculta informações capazes de identificar o denunciante.