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Lula vota em São Paulo e critica adversário: 'Brasil não irá pra frente'
Presidente e candidato à reeleição atacou caso Master durante discurso e disse estar certo de que sairá vitorioso nas eleições
Por Victor Louro
Publicado em 04/10/2026 10:38:15 Atualizado em 04/10/2026 10:38:15O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) compareceu à Escola Estadual João Firmino Correia, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, para votar na manhã deste domingo (4). Ele chegou ao local por volta das 9h15, acompanhado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), do candidato ao governo de São Paulo Fernando Haddad (PT) e das candidatas ao Senado Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB).
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Sem mencionar diretamente Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário na corrida eleitoral, Lula afirmou em discurso que o País "não irá para frente" com um "miliciano" no poder e fez críticas aos escândalos do caso Master.
"O Brasil não irá pra frente facilitando a venda de armas, o Brasil irá pra frente facilitando a distribuição de livros didáticos nas escolas. O Brasil não irá pra frente com miliciano. O Brasil não irá pra frente com essa orgia que se faz em torno da quadrilha do banco Master", afirmou aos jornalistas.
Sem mencionar diretamente Flávio Bolsonaro (PL), principal adversário na corrida eleitoral, Lula afirmou em discurso que o País "não irá para frente" com um "miliciano" no poder e fez críticas aos escândalos do caso Master.
"O Brasil não irá pra frente facilitando a venda de armas, o Brasil irá pra frente facilitando a distribuição de livros didáticos nas escolas. O Brasil não irá pra frente com miliciano. O Brasil não irá pra frente com essa orgia que se faz em torno da quadrilha do banco Master", afirmou aos jornalistas.
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O petista disse que considera este domingo como "um dia glorioso para o Brasil", que definirá a escolha do povo entre o fortalecimento da democracia ou a barbárie".
"Hoje nós vamos definir uma nova página da história desse país. O que está em jogo é a definição de um projeto de Brasil. O povo vai ter que escolher entre o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie, entre o positivismo e o negacionismo, entre o desenvolvimento e o atraso, entre o desenvolvimento econômico e retrocesso", defendeu o candidato.
O petista disse que considera este domingo como "um dia glorioso para o Brasil", que definirá a escolha do povo entre o fortalecimento da democracia ou a barbárie".
"Hoje nós vamos definir uma nova página da história desse país. O que está em jogo é a definição de um projeto de Brasil. O povo vai ter que escolher entre o fortalecimento do regime democrático ou a barbárie, entre o positivismo e o negacionismo, entre o desenvolvimento e o atraso, entre o desenvolvimento econômico e retrocesso", defendeu o candidato.
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Lula pediu pela mobilização e pelo comparecimento dos eleitores, inclusive os que possuem acima de 70 anos e não têm obrigação de votar. O candidato disse que aceitará o resultado das eleições independentemente do resultado, mas destacou que está "certo" de que será vitorioso.
"O povo é soberano e o resultado do povo será acatado por todos os 215 milhões de brasileiros. Eu estou muito confiante, não só pelo governo que fizemos, mas pelo trabalho que realizamos durante a campanha. Estou certo de que nós fizemos uma participação a nível nacional muito grande e estou certo de nós vamos ganhar essas eleições."
"Nós fizemos muito, mas é preciso fazer muito mais, porque são 500 anos de atraso. E você não resolve 500 anos em 10, 15 ou 20 anos. É preciso de muito tempo para consertar esse país", concluiu.
Lula pediu pela mobilização e pelo comparecimento dos eleitores, inclusive os que possuem acima de 70 anos e não têm obrigação de votar. O candidato disse que aceitará o resultado das eleições independentemente do resultado, mas destacou que está "certo" de que será vitorioso.
"O povo é soberano e o resultado do povo será acatado por todos os 215 milhões de brasileiros. Eu estou muito confiante, não só pelo governo que fizemos, mas pelo trabalho que realizamos durante a campanha. Estou certo de que nós fizemos uma participação a nível nacional muito grande e estou certo de nós vamos ganhar essas eleições."
"Nós fizemos muito, mas é preciso fazer muito mais, porque são 500 anos de atraso. E você não resolve 500 anos em 10, 15 ou 20 anos. É preciso de muito tempo para consertar esse país", concluiu.
Apuração
Lula acompanha, a partir das 16h, a apuração do primeiro turno das eleições no Renaissance São Paulo Hotel, nas proximidades da Avenida Paulista, na zona oeste da capital. Ele discursará após os resultados.
* Reportagem do estagiário Victor Louro, sob supervisão de Isabelle Rosa