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Em São Paulo, Renan Santos vota e critica Flávio: 'covarde' e 'burro'
Candidato à Presidência pelo Missão classificou eleição deste ano como a mais 'bizarra' e 'estranha' desde a redemocratização
Por Estadão Conteúdo
Publicado em 04/10/2026 12:53:31 Atualizado em 04/10/2026 12:53:31O candidato à disputa presidencial Renan Santos (Missão) registrou seu voto em Vila Friburgo, São Paulo, por volta das 10h30 da manhã deste domingo (4). Ele votou ao lado de apoiadores e colegas de partido, como Guto Zacarias, candidato a deputado federal.
Renan falou com a imprensa após seu voto, tecendo fortes críticas ao processo político deste ciclo eleitoral e também ao seu concorrente pelo Planalto Flávio Bolsonaro (PL).
"Essa é a eleição mais bizarra de todas, a mais estranha desde a redemocratização", disse Renan Santos. "Ninguém discutiu nada, foi uma eleição vazia, construída para ser vazia porque as forças políticas que hoje são majoritárias são envolvidas em escândalos de corrupção gigantescos", completou.
Renan falou com a imprensa após seu voto, tecendo fortes críticas ao processo político deste ciclo eleitoral e também ao seu concorrente pelo Planalto Flávio Bolsonaro (PL).
"Essa é a eleição mais bizarra de todas, a mais estranha desde a redemocratização", disse Renan Santos. "Ninguém discutiu nada, foi uma eleição vazia, construída para ser vazia porque as forças políticas que hoje são majoritárias são envolvidas em escândalos de corrupção gigantescos", completou.
Renan Santos também aproveitou o pronunciamento para criticar abertamente o voto útil em Flávio Bolsonaro. "É muito triste que o país vote em um cara completamente covarde, desqualificado, burro como o Flávio", afirmou. "Nenhum eleitor do Flávio sabe explicar porque vota nele".
Apesar das críticas, Renan Santos afirmou estar esperançoso para acompanhar a apuração e defendeu que fez uma campanha muito bonita.
Apesar das críticas, Renan Santos afirmou estar esperançoso para acompanhar a apuração e defendeu que fez uma campanha muito bonita.
A partir das 17h, o candidato deve acompanhar a apuração na sede do seu partido, em São Paulo, em evento fechado.
Interferência estrangeira
Na última quarta-feira (23), Renan Santos, e o seu partido, Missão, protocolaram uma representação eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) alegando haver uma propaganda irregular e possível interferência estrangeira nas eleições que favorecem o adversário Flávio Bolsonaro.
"Diversas publicações estão sendo realizadas na plataforma X em manifesta desconformidade com a legislação eleitoral, porque perfis estrangeiros estão, de forma reiterada e massiva, veiculando conteúdos de inequívoco caráter político-eleitoral destinados a promover a candidatura de Flávio Bolsonaro perante o eleitorado brasileiro", diz o início da petição.
A alegação é de que as peças estão sendo realizadas por diversos perfis estrangeiros que não costumam postar sobre política, e que são anúncios pagos, remunerados pelo site "Polymarket", mercado de previsões baseado em criptomoedas, e que beneficiam a candidatura de Flávio.
A petição diz que as publicidades possuem caráter eleitoreiro e violam a Resolução TSE nº 23.610/19, que veda, em propaganda eleitoral na internet, a concessão de vantagem econômica como retribuição ao titular de um perfil pago pelo beneficiário da propaganda ou terceiros.
"Diversas publicações estão sendo realizadas na plataforma X em manifesta desconformidade com a legislação eleitoral, porque perfis estrangeiros estão, de forma reiterada e massiva, veiculando conteúdos de inequívoco caráter político-eleitoral destinados a promover a candidatura de Flávio Bolsonaro perante o eleitorado brasileiro", diz o início da petição.
A alegação é de que as peças estão sendo realizadas por diversos perfis estrangeiros que não costumam postar sobre política, e que são anúncios pagos, remunerados pelo site "Polymarket", mercado de previsões baseado em criptomoedas, e que beneficiam a candidatura de Flávio.
A petição diz que as publicidades possuem caráter eleitoreiro e violam a Resolução TSE nº 23.610/19, que veda, em propaganda eleitoral na internet, a concessão de vantagem econômica como retribuição ao titular de um perfil pago pelo beneficiário da propaganda ou terceiros.