Geral
Miliciano 'Sonic' é preso por agredir companheira na Baixada Fluminense
Investigações mais recentes apontam que Pablo Vasconcelos faz parte da organização criminosa comandada por Juninho Varão
Por Ana Fernanda Freire
Publicado em 08/10/2026 09:26:03 Atualizado em 08/10/2026 09:26:03Policiais da Delegacia de Atendimento à Mulher de Nova Iguaçu prenderam, nesta quarta-feira (7), Pablo Vasconcelos de Oliveira, de 32 anos, conhecido como Sonic, por lesão corporal contra a companheira. Segundo as investigações, ele seria integrante da milícia da Baixada Fluminense.
A vítima mantém um relacionamento com o autor há oito anos e relatou que estava bebendo na sala quando Pablo se irritou e iniciou uma discussão. Durante a briga, a filha do casal acordou e disse que não queria mais morar com o pai por ter medo dele.
Em seguida, Pablo teria puxado a vítima pelos cabelos e dado tapas em seu rosto. Depois, jogou-a no chão e a agrediu com chutes e socos na cabeça. A mulher conseguiu se levantar e fugiu pela janela da sala.
Anteriormente, a vítima já havia registrado uma ocorrência contra Pablo, mas decidiu retomar o relacionamento.
De acordo com a Polícia Civil, Pablo é considerado um criminoso de alta periculosidade e possui registros por diversos crimes. Ainda segundo a corporação, ele já foi preso por integrar a milícia que atuava na comunidade do Bateau Mouche, na Zona Oeste, e era apontado como uma das principais peças do chamado "GAT do Tandera".
Após a invasão de traficantes na comunidade, ele teria passado a integrar a milícia que atua na Baixada Fluminense. As investigações mais recentes apontam que o suspeito faria parte da organização criminosa comandada por Juninho Varão, após um racha entre lideranças. Conforme o apurado, a atuação de Pablo seria considerada estratégica para o grupo.
"Essa prisão é importante não só pela violência doméstica, mas também por prender um importante criminoso, que inclusive era conhecido como GAT do Tandera, ou seja, da elite de um narcomiliciano que é liderança no Rio de Janeiro. Atualmente, ele faz parte da milícia do Juninhão Varão. Agora, ele está preso e à disposição da Justiça. Mulher, denuncie, você sempre estará com as portas abertas na Polícia Civil", frisou a delegada titular da Deam, Mônica Areal.
A vítima mantém um relacionamento com o autor há oito anos e relatou que estava bebendo na sala quando Pablo se irritou e iniciou uma discussão. Durante a briga, a filha do casal acordou e disse que não queria mais morar com o pai por ter medo dele.
Em seguida, Pablo teria puxado a vítima pelos cabelos e dado tapas em seu rosto. Depois, jogou-a no chão e a agrediu com chutes e socos na cabeça. A mulher conseguiu se levantar e fugiu pela janela da sala.
Anteriormente, a vítima já havia registrado uma ocorrência contra Pablo, mas decidiu retomar o relacionamento.
De acordo com a Polícia Civil, Pablo é considerado um criminoso de alta periculosidade e possui registros por diversos crimes. Ainda segundo a corporação, ele já foi preso por integrar a milícia que atuava na comunidade do Bateau Mouche, na Zona Oeste, e era apontado como uma das principais peças do chamado "GAT do Tandera".
Após a invasão de traficantes na comunidade, ele teria passado a integrar a milícia que atua na Baixada Fluminense. As investigações mais recentes apontam que o suspeito faria parte da organização criminosa comandada por Juninho Varão, após um racha entre lideranças. Conforme o apurado, a atuação de Pablo seria considerada estratégica para o grupo.
"Essa prisão é importante não só pela violência doméstica, mas também por prender um importante criminoso, que inclusive era conhecido como GAT do Tandera, ou seja, da elite de um narcomiliciano que é liderança no Rio de Janeiro. Atualmente, ele faz parte da milícia do Juninhão Varão. Agora, ele está preso e à disposição da Justiça. Mulher, denuncie, você sempre estará com as portas abertas na Polícia Civil", frisou a delegada titular da Deam, Mônica Areal.
A reportagem não localizou a defesa de Pablo. O espaço está aberto para eventuais manifestações.
Polícia busca por criança desaparecida em Nova Iguaçu
A Polícia Civil, com apoio do Corpo de Bombeiros, faz buscas por Mariana Queiroz de Carvalho, de 11 anos, moradora de Ipiranga, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A menina desapareceu na última quinta-feira (1º), por volta das 12h, após sair de casa com destino à escola, localizada no mesmo bairro.
Para ajudar na procura, o Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações que levem ao paradeiro da criança. Segundo familiares, Mariana usava uniforme da rede municipal de ensino e carregava uma mochila lilás.
Para ajudar na procura, o Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações que levem ao paradeiro da criança. Segundo familiares, Mariana usava uniforme da rede municipal de ensino e carregava uma mochila lilás.