Geral
Papa Leão XIV anuncia cirurgia para remover nódulo no pulmão
Pontífice deve ser internado por cerca de uma semana após procedimento nos próximos dias
Por Alexia Gomes
Publicado em 11/10/2026 10:14:56O papa Leão XIV anunciou neste domingo (11) que passará por uma intervenção cirúrgica "nos próximos dias" para retirar um nódulo "localizado no pulmão" que foi detectado "em um estágio muito inicial".
"Os médicos consideram oportuno operar e, portanto, seguindo seus conselhos, decidi submeter-me a uma operação para retirá-lo", afirmou o pontífice, de 71 anos, ao término da oração do Ângelus na Praça de São Pedro.
"A intervenção já está programada para os próximos dias", acrescentou o líder da Igreja Católica.
O nódulo pulmonar foi identificado durante uma revisão médica recente, mas se encontra "em um estágio muito inicial" e está "bem localizado".
Segundo um porta-voz do Vaticano, o papa será operado nos primeiros dias da próxima semana e deve permanecer hospitalizado por "aproximadamente uma semana".
A cirurgia deve acontecer no hospital romano Gemelli, que tradicionalmente recebe os papas desde João Paulo II.
O papa Leão XIV tem uma viagem prevista para novembro, na qual visitará Uruguai, Argentina e Peru.
"Os médicos consideram oportuno operar e, portanto, seguindo seus conselhos, decidi submeter-me a uma operação para retirá-lo", afirmou o pontífice, de 71 anos, ao término da oração do Ângelus na Praça de São Pedro.
"A intervenção já está programada para os próximos dias", acrescentou o líder da Igreja Católica.
O nódulo pulmonar foi identificado durante uma revisão médica recente, mas se encontra "em um estágio muito inicial" e está "bem localizado".
Segundo um porta-voz do Vaticano, o papa será operado nos primeiros dias da próxima semana e deve permanecer hospitalizado por "aproximadamente uma semana".
A cirurgia deve acontecer no hospital romano Gemelli, que tradicionalmente recebe os papas desde João Paulo II.
O papa Leão XIV tem uma viagem prevista para novembro, na qual visitará Uruguai, Argentina e Peru.
Papa pede que Nossa Senhora Aparecida proteja brasileiros
O papa Leão XIV mencionou Nossa Senhora Aparecida durante a Audiência Geral no Vaticano da última quarta-feira (7). Ele pediu que a "padroeira do Brasil" proteja os brasileiros. Nossa Senhora Aparecida esteve no centro de uma polêmica no primeiro turno das eleições brasileiras, após uma série de publicações falsas apontarem que, se eleito, Flávio Bolsonaro retiraria o título da santa de padroeira do Brasil.
Em seu discurso na Praça de São Pedro, Leão não mencionou a polêmica. O papa lembrou que na próxima segunda-feira (12) é celebrado o Dia de Nossa Senhora Aparecida.
"Uma saudação cordial aos peregrinos de língua portuguesa, em especial aos grupos vindos do Brasil e de Portugal", disse Leão. "Queridos irmãos e irmãs, na próxima segunda-feira, 12 de outubro, celebra-se Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Confio todos vós e as vossas famílias à sua intercessão maternal. Que Nossa Senhora vos proteja sempre! Deus vos abençoe", acrescentou.
O debate político em torno da padroeira do Brasil chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e gerou decisões divergentes relacionadas a publicações sobre o assunto.
Em 25 de setembro, o ministro André Mendonça determinou a retirada de publicações que relacionavam Flávio à intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A medida foi tomada por Mendonça na condição de membro do TSE.
Dois dias depois, o ministro Flávio Dino, do STF, suspendeu a decisão de Mendonça. Com isso, determinou o restabelecimento das publicações. No dia seguinte, o ministro Luis Fux, do STF, suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a determinação de Mendonça para a retirada das publicações.
Em 30 de setembro, o TSE decidiu manter fora do ar publicações que vinculassem diretamente Flávio à notícia falsa. Em meio às decisões, Flávio acusou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de ajudar o PT a espalhar a história.
"A maior fake news da campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida. Algo que nunca, não existia esse movimento para tirar ela de ser padroeira do Brasil. Jamais existiu, não tem projeto, não tem nada. E o PT, eu sei hoje, já estava há alguns dias tentando levantar essa fake news. Conseguiu com a ajuda de gente dentro da CNBB. Infelizmente, essa é a realidade", afirmou.
A CNBB, por sua vez, negou ter participação na difusão de informações falsas, afirmou que atribuir à entidade "participação em estruturas de produção ou disseminação de desinformação, sem fatos e provas que sustentem tal afirmação, atinge injustamente a instituição e não contribui para a serenidade e a responsabilidade que devem caracterizar o processo eleitoral" e que "mentira não se combate com outra mentira".
Em seu discurso na Praça de São Pedro, Leão não mencionou a polêmica. O papa lembrou que na próxima segunda-feira (12) é celebrado o Dia de Nossa Senhora Aparecida.
"Uma saudação cordial aos peregrinos de língua portuguesa, em especial aos grupos vindos do Brasil e de Portugal", disse Leão. "Queridos irmãos e irmãs, na próxima segunda-feira, 12 de outubro, celebra-se Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Confio todos vós e as vossas famílias à sua intercessão maternal. Que Nossa Senhora vos proteja sempre! Deus vos abençoe", acrescentou.
O debate político em torno da padroeira do Brasil chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e gerou decisões divergentes relacionadas a publicações sobre o assunto.
Em 25 de setembro, o ministro André Mendonça determinou a retirada de publicações que relacionavam Flávio à intenção de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. A medida foi tomada por Mendonça na condição de membro do TSE.
Dois dias depois, o ministro Flávio Dino, do STF, suspendeu a decisão de Mendonça. Com isso, determinou o restabelecimento das publicações. No dia seguinte, o ministro Luis Fux, do STF, suspendeu a decisão de Dino e restabeleceu a determinação de Mendonça para a retirada das publicações.
Em 30 de setembro, o TSE decidiu manter fora do ar publicações que vinculassem diretamente Flávio à notícia falsa. Em meio às decisões, Flávio acusou a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) de ajudar o PT a espalhar a história.
"A maior fake news da campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida. Algo que nunca, não existia esse movimento para tirar ela de ser padroeira do Brasil. Jamais existiu, não tem projeto, não tem nada. E o PT, eu sei hoje, já estava há alguns dias tentando levantar essa fake news. Conseguiu com a ajuda de gente dentro da CNBB. Infelizmente, essa é a realidade", afirmou.
A CNBB, por sua vez, negou ter participação na difusão de informações falsas, afirmou que atribuir à entidade "participação em estruturas de produção ou disseminação de desinformação, sem fatos e provas que sustentem tal afirmação, atinge injustamente a instituição e não contribui para a serenidade e a responsabilidade que devem caracterizar o processo eleitoral" e que "mentira não se combate com outra mentira".
*Com informações da AFP e do Estadão Conteúdo