Geral
Atos em apoio a Lula ocupam a Lapa e Copacabana
Manifestações reuniam apoiadores do presidente na região do centro e na Zona Sul do Rio nesta segunda-feira (12)
Por Leonardo Brito
Publicado em 12/10/2026 21:48:54A defesa da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mobilizou apoiadores em dois pontos do Rio nesta segunda-feira (12). Na região central, sambistas, carnavalescos e representantes da cultura popular levaram o ato “O samba não se cala, a luta é na rua” para os Arcos da Lapa e mais cedo, a Avenida Atlântica, em Copacabana, recebeu uma manifestação que se espalhou por cerca de sete quarteirões.
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As mobilizações reuniram diferentes grupos em torno do apoio ao presidente, com pautas que incluíram direitos sociais, críticas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), participação da juventude na política e valorização da cultura brasileira.
Na região central, o apoio a Lula ganhou o ritmo do samba. O ato “O samba não se cala, a luta é na rua” reuniu artistas, integrantes de escolas de samba, blocos carnavalescos e representantes de iniciativas culturais nos Arcos da Lapa.
A manifestação defendeu a democracia, os direitos sociais e a valorização da cultura popular. Entre os participantes estavam nomes ligados ao carnaval carioca, além de representantes de baterias, rodas de samba e blocos tradicionais da cidade.
Durante o ato, o carnavalesco Leandro Vieira, da Imperatriz Leopoldinense, incentivou os participantes a manter o diálogo político depois do encontro. Em seu discurso, comparou a circulação de ideias ao trabalho coletivo das formigas, em que cada uma transporta uma folha para contribuir com o grupo.
“Cada um que sair daqui hoje deve chegar em casa disposto ao diálogo. É como se cada formiga levasse uma folha de conhecimento para os seus pais e para os seus amigos. Nós não seremos portas fechadas, portas fechadas são eles!”, afirmou.
A mobilização levou para o espaço público a participação de setores ligados ao samba e à cultura carioca na disputa política. O encontro também buscou estimular que os participantes compartilhassem suas posições com familiares e amigos, ampliando o debate para além das ruas da Lapa.
As mobilizações reuniram diferentes grupos em torno do apoio ao presidente, com pautas que incluíram direitos sociais, críticas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL), participação da juventude na política e valorização da cultura brasileira.
Na região central, o apoio a Lula ganhou o ritmo do samba. O ato “O samba não se cala, a luta é na rua” reuniu artistas, integrantes de escolas de samba, blocos carnavalescos e representantes de iniciativas culturais nos Arcos da Lapa.
A manifestação defendeu a democracia, os direitos sociais e a valorização da cultura popular. Entre os participantes estavam nomes ligados ao carnaval carioca, além de representantes de baterias, rodas de samba e blocos tradicionais da cidade.
Durante o ato, o carnavalesco Leandro Vieira, da Imperatriz Leopoldinense, incentivou os participantes a manter o diálogo político depois do encontro. Em seu discurso, comparou a circulação de ideias ao trabalho coletivo das formigas, em que cada uma transporta uma folha para contribuir com o grupo.
“Cada um que sair daqui hoje deve chegar em casa disposto ao diálogo. É como se cada formiga levasse uma folha de conhecimento para os seus pais e para os seus amigos. Nós não seremos portas fechadas, portas fechadas são eles!”, afirmou.
A mobilização levou para o espaço público a participação de setores ligados ao samba e à cultura carioca na disputa política. O encontro também buscou estimular que os participantes compartilhassem suas posições com familiares e amigos, ampliando o debate para além das ruas da Lapa.
Já em Copacabana, a concentração na Avenida Atlântica começou por volta das 13h, na altura do Posto 5, entre as ruas Barão de Ipanema e Xavier da Silveira. Cerca de meia hora depois, os manifestantes já ocupavam aproximadamente sete quarteirões da orla. O movimento também foi intenso nas estações de metrô Cantagalo, Siqueira Campos e Botafogo.
Entre os participantes estava Fernanda Rosa, de 34 anos, profissional de marketing e moradora de Pouso Alegre, em Minas Gerais. Ela contou que foi à manifestação motivada pela defesa de direitos de sua família e de amigos da comunidade LGBT.
“Eu tô aqui hoje pela minha mãe, que é faxineira no hospital público, pelo meu pai, que é pedreiro. Eu tô aqui por eles, pela minha família, pelos meus amigos LGBT. Eu tô aqui lutando pelos nossos direitos, por ele, por todos”, afirmou.
A mobilização também contou com representantes de movimentos juvenis. Lucas Gregório, presidente do Fórum Estadual das Juventudes do Rio de Janeiro, disse que a iniciativa busca ampliar o envolvimento dos jovens na disputa eleitoral e defender um projeto de país alinhado às expectativas dessa parcela da população.
“A expectativa é animar a juventude do Rio de Janeiro em defesa de um projeto de país que faz sentido pra gente, o que é mais coerente com o nosso presente e com o nosso futuro”, declarou.
Segundo Lucas, a articulação partiu de movimentos sociais, coletivos organizados por jovens e juventudes partidárias do campo progressista. Ele destacou ainda o peso da eleição para as próximas gerações.
“Essa eleição vai definir tudo que é importante pra cada um de nós. Vai definir o que será das nossas vidas pelas próximas décadas”, disse.
Colaborou Reginaldo Pimenta