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Homem é preso na Zona Sul suspeito de dopar e extorquir vítimas
Investigado usava aplicativos de relacionamento para marcar encontros; ele responde por crimes em outros três estados
Por Aretha Dossares
Publicado em 22/10/2026 19:59:41 Atualizado em 22/10/2026 19:59:41Um homem suspeito de dopar vítimas após encontros sexuais para roubar pertences e extorquir dinheiro foi preso em Copacabana, na Zona Sul do Rio, na segunda-feira (19). Igor Junio Andrade dos Santos é investigado por ameaçar divulgar imagens íntimas e por possíveis crimes em outros três estados. A prisão foi divulgada pela Polícia Civil nesta quinta-feira (22).
Carro de homem morto em Botafogo passou próximo de 14 roubos e furtos
Agentes da 15ª DP (Gávea) realizaram a prisão em cumprimento a um mandado expedido pela Justiça de Minas Gerais por suspeita de furto qualificado. Segundo a corporação, Igor se preparava para encontrar outra possível vítima quando a polícia o localizou. Com ele, os policiais encontraram um frasco de clonazepam, medicamento que, conforme as investigações, serviria para dopar a pessoa.
As apurações tiveram início em janeiro. De acordo com a Polícia Civil, Igor usava aplicativos de relacionamento para marcar encontros sexuais com homens mediante pagamento. Após os encontros, ele supostamente dopava as vítimas para subtrair pertences ou realizar transferências bancárias.
Ainda segundo os investigadores, Igor também produzia fotos e vídeos íntimos para exigir dinheiro posteriormente, sob ameaça de divulgar o conteúdo. Há relatos de vítimas que teriam sido submetidas a atos sexuais sem consentimento, mediante violência ou ameaças.
A polícia investiga o homem por roubo qualificado, estupro de vulnerável e extorsão. Além do Rio de Janeiro, ele é suspeito de cometer crimes em São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais, de onde foi expedido o mandado de prisão.
Após os procedimentos legais, ele será encaminhado ao sistema prisional, em Benfica, na Zona Norte do Rio, onde ficará à disposição da Justiça.
Agentes da 15ª DP (Gávea) realizaram a prisão em cumprimento a um mandado expedido pela Justiça de Minas Gerais por suspeita de furto qualificado. Segundo a corporação, Igor se preparava para encontrar outra possível vítima quando a polícia o localizou. Com ele, os policiais encontraram um frasco de clonazepam, medicamento que, conforme as investigações, serviria para dopar a pessoa.
As apurações tiveram início em janeiro. De acordo com a Polícia Civil, Igor usava aplicativos de relacionamento para marcar encontros sexuais com homens mediante pagamento. Após os encontros, ele supostamente dopava as vítimas para subtrair pertences ou realizar transferências bancárias.
Ainda segundo os investigadores, Igor também produzia fotos e vídeos íntimos para exigir dinheiro posteriormente, sob ameaça de divulgar o conteúdo. Há relatos de vítimas que teriam sido submetidas a atos sexuais sem consentimento, mediante violência ou ameaças.
A polícia investiga o homem por roubo qualificado, estupro de vulnerável e extorsão. Além do Rio de Janeiro, ele é suspeito de cometer crimes em São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais, de onde foi expedido o mandado de prisão.
Após os procedimentos legais, ele será encaminhado ao sistema prisional, em Benfica, na Zona Norte do Rio, onde ficará à disposição da Justiça.
A reportagem de O DIA não localizou a defesa de Igor Junio Andrade dos Santos. O espaço segue aberto para manifestação.
Motorista de app teria sido confundido com miliciano
O motorista de aplicativo Luiz Fernando Santos, de 46 anos, baleado na cabeça na região da Colônia, em Jacarepaguá, na Zona Sudoeste do Rio, na noite desta quarta-feira (21), teria sido confundido com um miliciano da região. Segundo a mulher da vítima, Renata Vianna, ele foi pego de surpresa pelos bandidos enquanto estava em uma corrida.
Renata conversou com a imprensa na porta do Hospital Municipal Miguel Couto, para onde Luiz foi transferido e segue internado em estado gravíssimo. Ela explicou que o marido havia a deixado na igreja e pretendia buscá-la no fim da missa, mas que não retornou suas mensagens.
*Reportagem da estagiária Aretha Dossares, sob supervisão de Larissa Amaral